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Vereador Patrick discute projetos de apoio ao SAMU, IGP e gestantes

A situação do SAMU, as condições estruturais do Instituto Geral de Perícias (IGP) e outras demandas foram tema do vereador Patrick Machado na tribuna livre da Câmara esta semana. Ele levou os assuntos até o gabinete da deputada Ana Paula da Silva (Paulinha), em Florianópolis, na quarta-feira (24), em busca de informações e possíveis soluções.

Problemas no Samu

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Funcionários do SAMU procuraram o vereador para relatar que a empresa terceirizada que administra o órgão desde 2017, a OZZ Saúde, estaria atrasando salários, com falta de manutenção de viaturas/ambulâncias e sem o sistema que gera as suas ocorrências, o que também causa atrasos no trabalho dos socorristas. 

“Isso já estaria acontecendo há muito tempo. Os socorristas estão trabalhando porque amam, na Alesc fiquei sabendo que os deputados já abriram um ofício para investigar isso”, diz.

Instituto Geral de Perícias (IGP)

Desde que o IGP foi desvinculado da Polícia Civil, tornando-se ‘independente’, o órgão estaria passando por problemas estruturais, como um imóvel alugado em Balneário que não é o suficiente para a equipe e seus serviços, além de viaturas antigas, etc. Patrick contou ao Página 3 que esteve no local no começo de 2020, antes da pandemia, e que a situação já estava crítica. 

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“O espaço atual deles realmente não comporta tudo o que eles precisam, os veículos que eles recebem são os que não servem mais para as polícias Civil e Militar, tem até viatura sem giroflex. Eles não reclamaram de salário nem nada do tipo, é realmente problema estrutural”, explica.

Como o IGP é um órgão estadual, compete diretamente ao Governo do Estado a solução para essa questão. Por isso, a deputada Paulinha virá a Balneário no próximo dia 18 para visitar a sede. 

“Ela vai ver se há possibilidade de aumentar a verba para alugar um novo espaço e também discutimos a criação de um Fundo para o IGP, como as polícias e o Corpo de Bombeiros já possuem, assim terão também autonomia para compra de viatura e equipamentos, por exemplo”, acrescenta.

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Parto Humanizado também foi discutido

A morte de um bebê, ocorrida no início do mês no Hospital Ruth Cardoso, foi outro assunto que o vereador levou para Florianópolis, em busca de um projeto de lei para melhorar as garantias da gestante. Ele disse que foi procurado pela tia e avó da criança. 

“Essa mãe ficou no aguardo um tempo a mais, o bebê acabou falecendo”, explica. No Ruth Cardoso são realizados aproximadamente 300 partos/mês. 

“Para minha surpresa Paulinha já estava com os trâmites de um projeto sobre o assunto. É complicado os profissionais ‘forçarem’ a mãe a um parto normal, que teria sido o caso da gestante em questão. Tem chance desse projeto ser aprovado logo, ele está agora ‘nas mãos’ do João Amin. Há relatos assustadores sobre essa questão de querer forçar parto normal. A ideia do projeto é que as mães, na 39ª semana de gestação, possam escolher se querem cesariana ou normal e aí o médico verá se há condições, tendo que relatar por qual motivo não concordou com a vontade da mãe. Sabemos que há muitos médicos profissionais e ótimos em nosso hospital, mas infelizmente há também aqueles que ‘largam’ na mão dos enfermeiros e a mãe fica à mercê”, aponta.

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