Associação Viva Parkinson tem grupo de apoio em Balneário Camboriú, onde acontecem encontros semanais

- Publicidade -
- Publicidade -

Trabalhador morre após material de obra cair em Balneário Camboriú

FG Empreendimentos confirmou a morte em comunicado; acidente na Rua 1500 também provocou falta de energia e bloqueio do trânsito.

Operação cumpriu mandados em Balneário Camboriú por suspeita de desvios na Santa Casa de Uruguaiana

Investigação do Ministério Público do Rio Grande do Sul apura suspeitas de desvios superiores a R$ 5 milhões no hospital gaúcho. Ação ocorreu em seis estados nesta quarta-feira (7)

Dois secretários pedem desligamento do governo Juliana Pavan e ela desliga outros três

A prefeita Juliana Pavan anunciou que outras mudanças ocorrerão ainda  neste mês. Se dependesse deste colunista seriam muitas.

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

A coordenadora do grupo de apoio de Balneário Camboriú e região da Associação Viva Parkinson, Vanessa Segala ocupou a tribuna livre da Câmara de Vereadores nesta terça-feira (1), para informar sobre as atividades desenvolvidas pela entidade.

A Viva Parkinson foi fundada em Blumenau, em dezembro de 2020, e tem como missão acolher, apoiar, orientar e promover atividades físicas, sociais e culturais que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas envolvidas com Parkinson.

Vanessa disse que conheceu a doença quando sua mãe foi diagnosticada, o que a motivou a trabalhar pela causa de uma forma mais abrangente.

“É um trabalho de formiguinha, só cresce com ação em conjunto e empatia. Estou aqui para pedir apoio, porque é um problema mais perto do que se imagina. A doença de Parkinson é hoje a desordem cerebral de maior crescimento no mundo”, disse Vanessa, destacando que a doença envolve toda a família.

Em Balneário Camboriú não existem dados oficiais, mas estimativas indicam cerca de seis a sete mil pessoas com Parkinson na região que vai de Porto Belo a Navegantes.

- Continue lendo após o anúncio -

O diagnóstico é difícil, porque não é feito por laboratório nem por exame de imagem. 

“Ele trabalha com a exclusão de outros diagnósticos e alguns sintomas iniciais podem servir de alerta, como por exemplo, constipação, distúrbios do sono, diminuição do olfato”, informou Vanessa.

Ela disse aos vereadores que o Parkinson não é uma doença associada ao envelhecimento, porque pessoas mais jovens também são diagnosticadas e a doença não se resume a tremores como muitos pensam, ela apresenta problemas motores e não motores, problemas na fala, depressão e outros. Muitas vezes os sintomas atraem olhares e podem ser mal interpretados, levando os pacientes a se isolarem ou a serem isolados pela família.

Onde buscar informações e apoio

Em Balneário Camboriú o grupo de apoio da Viva Parkinson realiza reuniões todas as quintas-feiras, das 9h às 10h30, na Secretaria da Pessoa Idosa (SPI), na Rua 1822.

- Continue lendo após o anúncio -

Depois da reunião aberta a portadores, cuidadores e familiares, um terapeuta especialista em doenças neurodegenerativas realiza uma sessão de ioga adaptada. 

Vanessa aproveitou o espaço na tribuna para pedir apoio ao projeto do vereador Alessandro Teco Kuehne, em tramitação no Legislativo, que pede a instituição do mês de abril como o Mês da Conscientização da Doença de Parkinson. 

“O projeto vem também para estimular as universidades, públicas e privadas, a desenvolverem atividades de terapias multidisciplinares com os portadores da Doença de Parkinson e acredito que esse seja o momento ideal, porque a universidade comunitária da região iniciou um trabalho de extensão na área de Parkinson”, disse Vanessa.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas