Veja o relato da filha, enviado ao Jornal Página 3
“Bom dia me chamo Cristina, e gostaria de expor um problema que nossa família vem enfrentando em relação a saúde do meu pai Wagner a quase um mês.
Meu pai tem 44 anos e tem duas crianças pequenas uma de 02 e 07 anos. Ele mora no interior de Camboriú, é trabalhador, esforçado e nunca deixou faltar nada para nós.
Hoje ele está passando por uma fase difícil infelizmente, os diagnósticos dele são duas pedras nos rins 7.5 mm e 8.5 mm que está prejudicando a funcionalidade dos rins, além de pólipos no intestino de 4x 2x 2 mm que prejudica o funcionamento do mesmo, causando-lhe dores excruciantes, e por conta disso foi diagnosticado uma fístula que causa um desviou do intestino para o canal urinário, com que faz que saiam fezes pela urina, causando-lhe mais dores, ao ponto dele não conseguir mais se alimentar e dormir.
E o SUS? Eles tratam como se fosse nada, ele foi encaminhado para UNACON anexo ao hospital Marieta em Itajaí, como caso URGENTE, mas o urgente deles é somente para dia 03/11, e gente, ele não pode esperar, tentei ligar na Unacon para conseguir antecipar o atendimento ninguém atende, os hospitais tanto de Camboriú como de Itajaí não fazem nada para adiantar também.
Entendemos que existem pessoas na frente, pessoas com problemas tão graves quanto meu pai, mas o caso dele é urgente isto dito por todos os 5 médicos que o atenderam.
O que eles querem que ele morra?
O caso é grave ele não pode esperar, está correndo risco de perder os dois rins e o intestino.
Onde está o direito humano nessa situação em deixar uma pessoa ficar sofrendo tendo os documentos que provam a urgência da situação e não se mobilizarem. Gostaria de pedir uma ajuda para divulgar essa situação e quem sabe dessa forma conseguir ajudar a pessoa que mais amo nesse mundo.
Estou a disposição para que entrem em contato comigo a qualquer hora do dia para maiores esclarecimentos.

