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Programa de Combate à Dengue faz aplicação de inseticida no Centro nesta quarta-feira para reduzir casos em Balneário Camboriú

Vigilância Ambiental pede ajuda da população para combater o mosquito

O Programa Municipal de Combate à Dengue de Balneário Camboriú reprogramou a aplicação do inseticida “fumacê” nas ruas entre a 1.901 e a 1.101, da Avenida Atlântica à Avenida do Estado, para a próxima quarta-feira (13), a partir das 5h. da manhã. A aplicação estava inicialmente marcada para hoje (11), às 18h, mas por causa da chuva foi remarcada.

A ação serve para reduzir a incidência do mosquito Aedes Aegypti e controlar casos positivos no Centro da cidade. Durante a aplicação do inseticida, as pessoas devem deixar as janelas e portas abertas e não permitir crianças e animais de estimação na área externa.

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Se chover na quarta-feira será marcada uma nova data.

O fumacê é uma estratégia de eliminação dos mosquitos, através da emissão de uma “nuvem” de fumaça com baixas doses de agrotóxico, que elimina a maior parte dos mosquitos adultos presentes na região.

Cenário atual

Balneário Camboriú tem 22 casos de dengue, dos quais 15 autóctones (contraídos dentro da cidade), quatro importados e três indeterminados, além de um caso de Chikungunya não residente. Ao todo, são 675 focos do mosquito espalhados pelos bairros da cidade.

Todos devem ajudar

A diretora da Vigilância Ambiental, Eliane Guedes Casatti reforçou o pedido para a população ajudar a combater o Aedes aegypti.

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Balneário Camboriú está entre os municípios considerados infestados, segundo o último boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC).

“As equipes da Vigilância Ambiental visitam casas e condomínios de todos os bairros de Balneário Camboriú, orientando a população sobre os cuidados e como eliminar criadouros. Mas é preciso que todos façam parte deste trabalho, vistoriando suas casas, pátios e calçadas”, recomendou Eliane.

Mais ações

Na sexta-feira (8), equipes das Vigilâncias Epidemiológica e Ambiental, da Secretaria de Saúde de Balneário Camboriú, se reuniram no auditório do Hospital Municipal Ruth Cardoso para debater novas ações de combate à dengue. Participaram da reunião enfermeiras do hospital Ruth Cardoso, dos postos de saúde e unidades de pronto atendimento.

“A reunião serviu para alinhar com as equipes das portas de entrada dos estabelecimentos de saúde conforme as orientações da DIVE, para que tenhamos atenção aos sinais, sintomas e fluxos de atendimentos para notificação aos setores responsáveis”, disse Eliane.

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A diretora informa a população que os agentes de endemias estão vacinados contra a Covid-19, se apresentam uniformizados e identificados com crachás com os logos da Prefeitura e do Programa de Combate à Dengue.

Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato com o setor pelo telefone (47) 3261-6264 para confirmar a visita. A equipe atende denúncias feitas à Ouvidoria Municipal, pelos telefones (47) 3267-7024, 0800 644 3388, ou WhatsApp (47) 99982-1979.

Sintomas da dengue

  • febre alta, de 39 °C a 40 °C, de início abrupto;
  • dor de cabeça;
  • fraqueza;
  • dores no corpo;
  • dores nas articulações;
  • dor no fundo dos olhos.

Ao perceber os sintomas deve procurar o serviço de saúde imediatamente.
Como prevenir

  • evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;
  • mantenha lixeiras tampadas;
  • deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
  • trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
  • mantenha ralos fechados e desentupidos;
  • lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  • retire a água acumulada em lajes;
  • mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
  • evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;
  • denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
  • caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou vírus da zika, procure uma unidade de saúde para o atendimento.
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