Região de Balneário Camboriú continua sem leitos de UTI e no Estado só tem 21 após 72 mortes

A realidade, concreta, é que uma pessoa em crise respiratória por covid-19 tende a morrer por falta de leitos de UTI.

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A região da Amfri, que reúne os municípios de Balneário Camboriú, Balneário Piçarras, Bombinhas, Camboriú, Ilhota, Itajaí, Itapema, Luiz Alves, Navegantes, Penha e Porto Belo continua sem leitos de UTI em hospitais públicos, segundo boletim atualizado às 22h desta segunda-feira, 1 de março. 

Nos hospitais privados da região também não existem leitos de UTI 

Em Santa Catarina, existiam no fechamento do boletim 21 leitos vagos em hospitais públicos, mas com lista de espera e possivelmente eles foram ou serão preenchidos rapidamente, o que será atualizado às 11h desta terça-feira.

Entre a tarde de domingo e a de segunda-feira, o Estado acumulou mais 72 mortes, sendo cinco delas em Itajaí.

Nem todas as mortes ocorrem no mesmo dia do boletim, parte é do dia ou dias anteriores. Em Itajaí, por exemplo,  nesta segunda-feira faleceram dois homens, um de 62 anos e um de 72 anos e uma mulher de 33 anos. Outra mulher, de 86 anos, havia falecido no dia 27 de fevereiro e um homem de 56 anos no dia 26 de fevereiro.

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Em Balneário Camboriú nenhuma pessoa abaixo de 80 anos, exceto profissionais de saúde foi vacinada.

Não existe perspectiva para vacinação em massa da população e tampouco abertura de novos leitos de UTI.

A realidade, concreta, é que uma pessoa em crise respiratória por covid-19 tende a morrer por falta de leitos de UTI no sistema público de saúde.

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