- Publicidade -
- Publicidade -
20 C
Balneário Camboriú
- Publicidade -

Leia também

- Publicidade -

Vereadora Juliana Pavan sugere alteração em contrato para ter mais pediatras no Ruth Cardoso

A vereadora Juliana Pavan foi chamada por mães que aguardavam horas na fila do Hospital Municipal Ruth Cardoso, para seus filhos serem atendidos no pronto-socorro infantil do HMRC. A situação vem acontecendo diariamente desde o último sábado (16).

Na terça-feira (19) Juliana esteve no hospital e conversou com mães, que relataram que a demora estava sendo de horas – mães que chegaram às 13h30 sendo atendidas após às 23h, ou 7h30 sem terem sido atendidas após às 14h. A demora seria causada porque apenas dois pediatras estavam atendendo. 

“A espera por atendimento médico pode chegar a até oito horas, gerando grande preocupação e desconforto para as famílias que buscam assistência para seus filhos. As mães precisavam voltar ao trabalho e me procuraram para relatar a angústia e o descaso. As crianças estavam desde cedo aguardando atendimento, todos exaustos”, disse.

Criança teria até convulsionado na fila

A vereadora afirmou que a situação que presenciou estava ‘muito caótica’, e que desde que assumiu na Câmara, em 2021, percebe que em determinados momentos do ano, em situações de problemas como Covid e agora Dengue, há aumento na demanda. 

“Desde o último sábado (16) aumentou o número de pedidos. Muitas pessoas falando de horas e horas aguardando no PS Infantil. No Adulto também, mas está mais intenso no Infantil. Há problemas de virose há meses e a Dengue também está aí. Todos sabem, não é segredo. Muitas crianças passando mal e desistindo do atendimento mesmo com sintomas por causa da demora. Quando estive lá fiquei assustada – uma criança chegou a convulsionar na fila, a mãe comentou no meu post nas redes sociais”, acrescentou.

- Publicidade -

Sugestão de alteração no contrato de médicos

Diante disso, Juliana fez uma indicação ao Executivo que já havia feito em 2021 – um novo modelo de contrato com os médicos na forma de sobreaviso, que ao terem alta demanda, possam ser acionados e recebam por produtividade. 

“Para atender essas possíveis demandas, reforcei que possa ter alteração no contrato da empresa com o hospital para que médicos possam receber por produtividade e não por horário trabalhado, para assim desafogar a fila de espera. Seria alteração nos contratos das empresas que atendem o hospital, não são médicos efetivos, são de empresa contratada. Por isso, sugiro que a prefeitura veja a possibilidade de alterar a forma de contratação com a empresa”, completou.

- Publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -