Combate ao barulho abusivo multou 246 proprietários de veículos em dezembro

- Publicidade -
- Publicidade -

Helicóptero desaparecido com Rick leva até sete pessoas e custa cerca de R$ 10 milhões

A aeronave desaparecida, um bimotor de porte leve-médio de matrícula PP-MGR, foi fabricada em 2001 e pertence à empresa JTA Empreendimentos e Urbanismo desde 30 de abril de 2026.

Morador de Balneário Camboriú convoca ato em São Paulo contra Lula e Flávio Bolsonaro

O empreendedor Carlos Nacli, morador de Balneário Camboriú, está convocando uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, voltada...

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

O Programa Silêncio é Saúde, do Ministério Público em parceria com as forças de segurança e fiscais de posturas, multou 246 veículos no último mês de dezembro, por usar equipamento com som em volume ou frequência não autorizada; descarga livre e silenciador de motor defeituoso/deficiente/inoperante.

A quantidade de multas e veículos apreendidos em apenas um mês, que corresponde a 31% de todo volume de 2024, mostra que as autoridades estão decididas a acabar com esses abusos em Balneário Camboriú.

“Tem até loja famosa que aluga veículos importados com escapamentos modificados, isso é crime e será reprimido”, disse ao Página 3 um dos agentes de trânsito envolvidos nas operações.

As autoridades estão montando um banco de dados de infratores, que no caso de reiteração, além da multa e apreensão do veículo poderão responder penalmente, pois estará confirmado o dolo de causar poluição sonora.

O promotor José de Jesus Wagner pediu insistentemente no final do ano passado que os vereadores aprovassem uma lei sobre silêncio, que iria criar uma instância administrativa, mas ocorreram pressões e o projeto segue tramitando, sem definição.

- Continue lendo após o anúncio -

A imobilidade legislativa foi ruim para todos, principalmente para os infratores, pois sem a lei municipal deixou de existir uma instância administrativa, mais branda que a aplicação das medidas penais, como está ocorrendo não só em relação a veículos, mas também com bares, restaurantes e casas noturnas.

Além disso, a pressão dos restaurantes, em especial os da Atlântica, sobre os vereadores, subsidiariamente despertou o interesse do Ministério Público em apurar a ocupação e uso das calçadas por parte desses estabelecimentos, cujas investigações estão em andamento.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas