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Balneário Camboriú
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Perturbação do sossego alheio é a principal demanda atendida pela Guarda Municipal no verão 

Na virada do ano foram mais de mil solicitações dessa ordem

O aumento da população nesta época do ano reflete no crescimento das demandas na área da segurança, não necessariamente com crimes violentos, mas com situações que incomodam e que tiram o sono de outras pessoas. 

Uma prova disso é que a principal denúncia que a Guarda Municipal vem recebendo neste verão é sobre perturbação do sossego alheio.

O secretário de Segurança de Balneário Camboriú, Antônio Gabriel Castanheira Junior, disse que apesar de haver muitas demandas, estão dando conta do trabalho. 

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O secretário Castanheira (Divulgação/GMBC)

“Tivemos redução em relação aos furtos na cidade. Ainda temos um problema crônico de roubo de correntes, que é uma quadrilha. Prendemos três dos envolvidos, mas saíram na audiência de custódia. Já tivemos outro roubo de corrente após essas prisões. São todos conhecidos nossos, traficantes que migraram para roubo, marginais conhecidos da cidade. Fora isso, tivemos redução nos furtos, que para nós é bem importante”, salienta.

Perturbação do sossego alheio

Segundo Castanheira, a principal demanda da temporada é a perturbação do sossego alheio – na Virada do ano foram mais de mil solicitações nesse sentido. 

“O principal problema que temos é esse, começa com som alto, a pessoa que não respeita limites e influencia na vida do outro e pode acabar com brigas em virtude desse desentendimento, mas 90% começa com o som alto”, aponta.

Caixa de sons na praia

Outro trabalho que a Guarda Municipal também tem no verão é a fiscalização do uso de caixas de som nas praias de Balneário Camboriú – o que é proibido e sinalizado, mas que muitas pessoas insistem em desrespeitar. 

“Tanto a fiscalização de posturas quanto a GM fiscalizam. Existem prioridades no nosso serviço, mas se em ronda passamos e vemos, já fazemos apreensão. Houve muitas apreensões (sem número exato, mas muitas, segundo Castanheira). Mesmo com muita informação para não ter que agir no extremo (apreensão), ainda assim insistem. Muitos dizem que a caixa de som está desligada, mas por que levou a caixa de som para praia para ficar desligada?”, diz.

Contato com Comando da PM x demandas do verão

Questionado pelo jornal sobre como andam as operações em conjunto com a Polícia Militar neste verão, algo que era comum quando o Comandante da PM era Rafael Vicente (o novo comandante, Éder Jaciel assumiu em dezembro, pouco antes da temporada), Castanheira opina que a mudança não deveria ter acontecido nas vésperas do verão. 

“Não foi no momento oportuno da troca do Comando, em virtude das demandas do verão, pois já tinha uma estratégia montada com o Comandante Vicente. Essa mudança [do Comando da PM] ainda exige ajustes, e nesse momento é complicadíssimo sentar e trabalhar devido ao número de demandas que temos. Durante a semana a cidade está cheia, e fim de semana ainda mais. Há muitas operações que precisamos montar para estabelecer lei e ordem, e em virtude disso não conseguimos sentar e fazer ajustes que são necessários e que são normais quando há troca de comando, mas reitero – a mudança, no momento em que aconteceu, para mim foi catastrófico”, afirma.

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Castanheira diz ainda que está conversando e debatendo com o Comandante Éder, mas que às vezes acabam debatendo ‘mais as falhas e desencontros’. 

“Porque aponto com certeza – o momento que vivemos, as agendas lotadas, a quantidade de demanda, estamos extremamente atribulados com nossas funções, o que gera dificuldade natural na comunicação, coisa que seria diferente se fosse em momento mais tranquilo, sem verão e adensamento, conseguiríamos lidar bem mais fácil com essa situação”, completa.

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