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Balneário Camboriú
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Reunião aberta ao público discute segurança de Balneário Camboriú, nesta terça-feira

Uma reunião sobre a segurança pública de Balneário Camboriú acontece a partir das 19h desta terça-feira (19), na base dos bombeiros, localizada no Pontal Norte. O encontro é aberto aos moradores da cidade.

Segundo um dos organizadores, o advogado e presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública da cidade, Valdir de Andrade, o objetivo é reunir a comunidade, que poderá debater diretamente com as forças da segurança, como polícias Civil e Militar, Guarda Municipal/Secretaria de Segurança, Agentes de Trânsito e Corpo de Bombeiros.

Valdir aponta que o foco é realizar encontros mensais e que por conta da revisão do Plano Diretor, isso acabou não acontecendo, mas que agora querem realizar essas reuniões mensais a partir desta terça-feira. 

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“Vejo que estamos em uma fase muito boa da segurança em Balneário, mas temos que manter esse status, fora que segue acontecendo o micro crime, como posse e tráfico de drogas, furtos de celulares, bicicletas, portões, etc., e também receptação. Os grandes crimes estamos combatendo, inclusive com grandes apreensões de drogas”, diz.

O advogado opina que a Guarda Municipal e a Polícia Militar estão ‘bem integradas’, e que as outras forças de segurança também precisam seguir esse caminho, como a Polícia Civil. 

“Temos que aparar as arestas e seguir em frente”, acrescenta.

Pautas da reunião

Na reunião desta terça-feira devem ser discutidos temas como trânsito, com destaque para os problemas de mobilidade enfrentados no Pontal Norte, como ainda instalação de lombadas eletrônicas e iluminação das ruas. 

“Também queremos saber como vai funcionar a fronteira Praia Brava e Praia dos Amores, porque a Avenida Carlos Drumond de Andrade vai ser sentido único para a praia e precisamos saber como vai ficar, a partir de qual trecho que será o sentido único”, pontua.

Outro tema que será levantado é a criação de um curso para formar agentes comunitários de segurança, para que no futuro possam atuar assim como acontece com os bombeiros comunitários e os guarda-vidas civis. 

“Já falamos disso anteriormente, mas iremos levantar a pauta mais uma vez, ver se há possibilidade de fazer esse curso, que pode ter três níveis. Inclusive a base comunitária, localizada na Barra Sul, que hoje está fechada (deve ser reaberta no verão), também será discutida – se tivesse agente comunitário, poderia trabalhar lá, sem precisar demandar um GM ou policial, registrando ocorrências, encaminhando delitos ou dando informações turísticas”, completa.

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