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Vereador critica demora em atendimento da GM em situação ocorrida em creche, secretário rebate

O vereador Nilson Probst denunciou na sessão de terça-feira (2) uma situação ocorrida no Núcleo de Educação Infantil (NEI) Cristo Luz, onde um homem, que estaria bêbado, amedrontou a comunidade escolar. 

Segundo o vereador, o botão do pânico foi acionado pela diretoria, mas não foi atendido pela Guarda. A direção também teria ligado várias vezes para a Guarda Municipal, que teria demorado para ir até o local. 

O secretário de Segurança de Balneário, Antônio Gabriel Castanheira Junior, negou e explicou o ocorrido. 

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O que diz o vereador

O vereador Nilson explicou ao jornal que ficou sabendo por uma professora que eles ‘ligaram, ligaram e ligaram, diversas vezes’ para a Guarda Municipal e que somente depois de 15 minutos foram atendidos. Ele disse que a Guarda atendeu, mas o problema foi a demora no atendimento. 

Na tribuna, Nilson disse que contatou um guarda municipal, que é seu amigo, para pedir que a viatura da GM fosse até o NEI, quando foi avisado de que isso já estava acontecendo. 

“Mas é o tipo de ocorrência que quando aciona o botão do pânico, tem que ir na hora. A guarda patrimonial da escola conseguiu amenizar e impedir a entrada do homem, que disse que queria pegar uma bolsa dentro da escola, que tinham roubado ele. Ele não estava armado, mas e se estivesse? Não é questão política, é que ligaram e não atenderam e isso não pode acontecer”, disse.

Nilson citou os horários – às 13h28 recebeu uma foto do homem denunciado, 13h30 a professora ligou para ele e 13h34 a GM chegou. Porém, antes de serem atendidos pela Guarda, estariam tentando contato durante 15 minutos. A Polícia Militar também teria sido acionada e não havia atendido. 

“Imagina se esse cara entra e faz algo ruim na escola? Se o botão do pânico não responde, é complicado. Nenhum vereador retrucou, porque é um negócio seríssimo. O problema é que a GM demorou para atender e isso não pode acontecer”, afirmou.

Secretário rebate

O registro da chamada (Divulgação)

O jornal procurou o secretário de Segurança, Gabriel Castanheira, que enviou imagens que comprovam o atendimento feito pela GM. Ele informou que há gravação da ligação feita pela denunciante, falando sobre a ocorrência, e que de fato foi enviada viatura ao local e que guardas lá permaneceram para fazer a segurança. 

“Não teve nenhuma ligação de outro guarda ‘amiguinho’, como ele falou, pedindo para intervir. Toda ligação que entra na Central 153 é gravada. O botão do pânico cada vez que é acionado é registrado que aciona. Os botões do pânico são testados todas as semanas nas escolas. Chega a ser ridícula essa atitude dele [de Nilson] porque é irresponsável”, comentou.

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Castanheira explicou a ocorrência – um homem estava no local, sob efeito de substâncias [droga ou álcool] e estava ‘tumultuando’. Ele não conseguiu entrar no NEI. 

“O acionamento do botão foi 13h23, 13h24 quando nos ligaram já sabíamos que o botão havia sido acionado e 13h33 a viatura já estava no local. Todo mundo que me liga ou manda mensagem tentando denunciar algo, eu falo para ligar 153 e gerar ocorrência. Eu digo que vou mandar viatura, mas peço para ligar para a Central 153 para gerar ocorrência. O GPS da GM prova que chegaram 13h33, e a ligação que recebemos também, está tudo gravado. O Nilson disse que a vigia da creche estava imobilizando um cara, mas não tem nada disso na ocorrência e ele muito menos invadiu a creche. Nada disso aconteceu”, explicou.

O secretário apontou ainda que, recentemente, a Central 153 da GM aderiu ao Sistema Nacional de Atendimento e Despacho de Ocorrências de Segurança (saiba mais aqui), sendo a primeira cidade do Estado a integrar; e que, quando o Ministério da Justiça veio para participar da instalação, se surpreenderam com a qualidade da estrutura da secretaria. 

“É tudo muito organizado e profissional, são sistemas policiais e exige isso. Segurança não é coisa de amador. Os técnicos do Ministério da Justiça ficaram impressionados com a Central 153, com o profissionalismo. Eu sou muito rígido com a central, quando o telefone falha nós noticiamos, informamos instabilidade, que nem é culpa nossa e sim da operadora, mas temos cuidado de informar isso”, completou.


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