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Balneário Camboriú

Secretário de Turismo sobre a temporada: “Esperávamos recuperar um pouco do prejuízo, mas não vamos conseguir”

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Mesmo com a cidade aparentemente movimentada, a hotelaria vive dias difíceis em Balneário Camboriú. O secretário de Turismo, Valdir Walendowsky, analisou a situação, que em sua opinião acontece principalmente pela pandemia de Covid-19, problemas econômicos para boa parte da população e ausência dos turistas do Mercosul. 

“Balneário continua se mostrando como um excelente destino”, disse. 

Pacotes turísticos e estrangeiros fazem falta

Segundo Walendowsky há dois pontos que influenciam diretamente na temporada ‘fraca’: a diminuição do número de turistas que vinham para Balneário e região através das operadoras de turismo, com pacotes fechados, e a queda acentuada dos estrangeiros, como argentinos, paraguaios, uruguaios e chilenos. 

Ele exemplifica que, de 23 de dezembro de 2019 a 1º de janeiro de 2020, 5.800 veículos atravessaram a fronteira da Argentina com SC, já no mesmo período, de 2020 para 2021, apenas 85 motoristas o fizeram. 

Valdir Walendowsky
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“Aí se explica o que vivemos. Os ônibus que passaram pelo PIT (Posto de Informações Turísticas) em dezembro de 2020 foi apenas 15% de 2019. Em outros anos, neste período estaríamos com praticamente 100% de ocupação hoteleira, e hoje para chegarmos em 50% está difícil. Esperávamos tirar um pouco do prejuízo acumulado em 2020, mas não vamos conseguir. Está muito grande a queda desse setor, não só em Balneário Camboriú, mas em todo o litoral”, afirma.

Segundo o secretário, só não estão sentindo tanto cidades com uma menor oferta de leitos. Ele cita Itapema, e compara que Balneário possui 20 mil leitos na hotelaria tradicional (hotéis e pousadas), fora outras plataformas, como o Airbnb. “Itapema possui uma oferta hoteleira bem menor, já Balneário pode ser comparada com Florianópolis. Vivemos uma temporada diferente, aos finais de semana devemos ter mais movimento, e as pessoas estão agindo de uma forma nunca antes vista também, com as reservas de última hora, quatro, cinco dias antes de virem, decidem, reservam, e vem”, explica.

2021 será melhor para o turismo

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Walendowsky destaca que o outono é uma boa estação para se fazer turismo de sol e mar (praias), e conta que há diversas reservas em Balneário após março – o que vem acontecendo desde 2020, principalmente para quem tinha reservado e não pôde vir no ano passado. 

“Temos que aguardar, todo dia é diferente. A saúde é a nossa principal preocupação, e agora temos boas perspectivas com a questão da vacina. Queremos resolver esse assunto, continuamos buscando alternativas, Balneário continua se mostrando como um excelente destino, continuamos investindo tanto o lado público quanto o privado, com a roda-gigante, aquário, Classic Car Show, novos restaurantes, o Unipraias sempre se renovando, temos mão de obra qualificada, a nossa segurança está melhorando também, com números cada vez mais eficientes. Essa união de esforços influi muito na percepção da escolha do destino, as pessoas estão prezando pela segurança pessoal e de saúde, estamos fazendo a nossa parte, mas a população também precisa fazer, usando máscara, não aglomerando, mantendo o distanciamento. Todos sabemos o que precisamos fazer. Será um ano melhor, ano passado foi de muito prejuízo, mas continuamos em pé e apostando em nosso destino. Vamos em frente”, completa.

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