Especial

Arquivo Pessoal

Textos: Renata Rutes e Marlise Schneider Cezar

O Dia dos Pais completa 69 anos de existência neste domingo (11) e para lembrar essa data especial, mas também bem comercial, o Página 3 ouviu histórias de pais de diferentes gerações, alguns relembrando sua própria criação bem mais ‘severa’ do que nos dias atuais, outros descrevendo seu relacionamento com os filhos, alguns ‘papais novos’ opinando sobre como está mudando a educação das novas gerações, que exigem cuidados diferentes, todos com uma história que envolve muito amor. O Dia dos Pais é comemorado desde 1950, e nasceu com objetivo de celebrar os pais, mas também com motivação comercial, sendo criada pelo publicitário Sylvio Behring, que era diretor do jornal e da Rádio Globo.


A opinião do profissional:

“Cabe ao homem tomar o lugar de afeto junto ao filho mais do que nunca”, diz psicólogo

O psicólogo Ian Ferreira Alves explica que o Dia dos Pais é uma boa hora de muitos papais refletir sobre a importância de escutar seus filhos e que isso vale desde bebê, já que a mãe sabe reconhecer até seus choros.

“É saber escutar além daquilo que aparenta, dando a chance de diálogo, que começa desde sempre, desde a mais tenra infância. Isso é a base da expressão emocional e compreensão, mas não significa que não há espaço para limites, isso também é necessário. É com o carinho que se ganha compreensão, e não com a força física, como é o caso das palmadas, algo que vem mudando com o tempo e é lei (13.010/2014)”, diz.

Alves acrescenta que castigos precisam ser educadores e reparadores, e não punitivos, fazendo com que a criança aprenda o que é certo e não apenas seja punida pelo errado.

Na visão do psicólogo é imprescindível respeito vindo de todas as partes, não só entre pais e filhos, mas entre pais e mães, tanto casados quanto separados.

“Eles precisam estar unidos na educação dos filhos, e qualquer divergência deve ser feita longe dos olhos dos filhos, tendo unidade na educação da criança, para que ela tenha consistência e segurança familiar”, afirma.

O psicólogo lembra que os homens ainda precisam superar a ideia de ‘pais mecenas’, aparecendo somente financeiramente, cumprindo seu papel somente por esse lado, ‘ancorados’ ao verem muitos pais não assumindo paternidade e responsabilidade.

“Muitos ainda mantêm o aspecto material como modelo de paternidade. O grande desafio é reconhecer que a mulher também contribui financeiramente e com a educação dos filhos e é a que mais contribui afetivamente. Cabe ao homem também tomar esse lugar de afeto junto ao filho mais do que nunca e perder um pouco essa questão de mercenato, que ainda é muito presente na cultura masculina”, aconselha.

Sobre o Dia dos Pais, o psicólogo vê que a data é muito importante, principalmente para pais de gerações antigas, que muitas vezes podem ter seus filhos distantes.

“É uma chance para ambos tomarem uma atitude de proximidade. No entanto, é interessante que escolas, creches e lugares de recreação sejam sensíveis com as crianças que eventualmente não tenham pais e que podem se sentir constrangidas em eventos dedicados a exclusivamente ao Dia dos Pais. Muitas escolas já estão criando o Dia da Família, tendo cuidado e sensibilidade com essas crianças que eventualmente não tem os seus pais presentes”, finaliza.


A opinião dos pais:

Histórias reais, de mudanças, de muito amor, entre várias gerações


DYEGO DAVET

Dyego Davet, 31 anos, artesão, é pai de Cecília Dalfovo Davet de cinco meses

“Pra mim, como eu acredito ser para todos, se tornar pai foi uma mudança radical de vida, o primeiro ensinamento é deixarmos de ser egoístas, e parar de pensar somente em nós mesmos! Nossos filhos são extensões de nós, e precisamos ensinar e também aprender muito com eles. Meu pai me criou e educou de uma forma muito enérgica, e deu certo, sou o que sou graças a ele. Porém, não quero ser assim com a Cecília, os tempos mudaram e talvez hoje o diálogo e os bons exemplos já sirvam para dar uma boa educação para ela! Eu trabalho em casa e sou artesão, agradeço a Deus por isso, pois posso estar presente em tempo integral no crescimento da minha filha. Comemorar o Dia dos Pais é algo que, sinceramente, nunca fez tanto sentido pra mim, pois só aprendemos a dar valor a nossos pais quando nos tornamos pais! Hoje, mais do que nunca, sei a importância de um pai, e o quanto dedicaram seu tempo para nós.”


FELIPE GUSTAVO KOCH BUTTELLI

Felipe Gustavo Koch Buttelli, 36 anos, pastor candidato ao ministério na igreja luterana Martin Luther, pai de Giovana Ferreira Koch Buttelli, 17 anos

“Quando minha filha nasceu eu tinha 18 anos, ainda adolescente, estudante de Teologia. Minha experiência de paternidade foi muito enriquecedora, muito bonita. Giovana é filha do meu primeiro casamento, fiquei casado por 16 anos. Pra mim foi marcante também porque na condição de estudante de Teologia ser pai demandou que eu me tornasse muito mais focado, mais concentrado na minha vida, nos meus planos, nos meus projetos, mais atuante no ambiente de casa, sempre fui muito participativo na infância dela. O curioso é que para ela sempre foi estranho ter pais muito jovens, estamos num mundo em que as pessoas tem um planejamento profissional e isso faz com que a maternidade/paternidade venham mais tarde. Sempre fui muito presente, na escola, no contexto de relacionamento com os pais de colegas dela de escola, isso para ela sempre foi meio constrangedor, estranho.Lembro uma vez que ela reclamou para nós dizendo que queria que os pais dela fossem mais velhos para serem mais parecidos com os pais das outras crianças. Claro que sempre tentamos ressignificar isso com ela, dizer que legal que é ter pais mais jovens, que assim ela pôde viver muito as aventuras de um pai jovem, estar presente em viagens, passeios, explorar...Ainda no universo da descoberta de coisas novas, na caminhada da minha formação acadêmica, graduação, mestrado e doutorado nas viagens ao exterior, ela sempre participou disso tudo. Agora que estou com 36 anos chegando nesse ponto de mais estabilidade na vida e ela já está quase adulta, madura, conhecendo os caminhos dela também.Sou muito feliz em ser pai da Giovana, ela me transformou numa pessoa muito diferente e me fez crescer como ser humano, que viveu desde cedo esse amor profundo, que é o amor que um pai tem por uma filha”.


DOUGLAS WEEGE

Douglas Weege, 35 anos, professor de Filosofia, é pai de Pedro, 5 anos, e de Alice, 4 meses

“Descobri essa atividade há pouco mais de 5 anos, quando o Pedro nasceu. Considero uma atividade porque exige aprendizado e um aprendizado que só ocorre pela prática. Lembro que os primeiros dias e semanas as noites de sono passaram a ser minutos. Entre estes cabia dar uma olhadinha naquele gurizinho para ver se estava tudo bem. Se não estava com muita roupa, se não estava com pouca, se havia muita coberta, se não havia, enfim, era um “medão" mesmo pra ver se aquela belezinha estava respirando. Há pouco mais de 4 meses tive outro privilégio na vida que, na verdade, não se pode descrever com palavras. A Alice nasceu e deixou a atividade de ser pai ainda mais emocionante. Agora é um menino de 5 anos, por um lado, querendo brincar e/ou bagunçar a todo momento, me divertindo com verdadeiras pérolas do seu vocabulário inesperado, e, por outro lado, uma menina que ao estampar o sorriso no rosto nos diz tudo e faz o tempo literalmente parar. As neuroses e preocupações com a Alice já são bem menores de como era com o Pedro. A gente aprende! Como um pai do mundo contemporâneo sinto a falta de mais tempo com meus filhos. A ponto de pela manhã antes de sair para o trabalho, ao admirá-los dormindo já ter aquela sensação boa de que logo estarei de volta para aproveitá-los. Penso que essa qualidade do tempo com eles que pode contribuir imensamente com suas formações enquanto pessoa. Quero poder ter com eles a mesma relação que tive a oportunidade de ter, apesar de outros tempos, com meu pai. Ou seja, que eles tenham confiança e liberdade para me falar o que pensam, debater sobre as questões que lhes interessam, construir cada vez mais uma relação de cumplicidade que muitas vezes falta em nossa sociedade. Não quero ser um pai controlador, mas que zela. Nem um pai ditador, mas que orienta. Acredito que é nessa relação de confiança que meus filhos poderão encontrar a real compreensão da vida e de si. A título de conscientização, enquanto pai e professor, preciso dizer que cada vez mais precisamos ser pais carinhosos, que dedicam atenção aos filhos o quanto mais cedo possível, para que o amor e a confiança tão fundamentais não se percam na correria da rotina do trabalho que consome tanto nosso tempo. O dinheiro é importante, mas os filhos são, de fato, a maior conquista de nossas vidas. Por fim, só posso garantir que esse mundo novo que comecei a habitar ao ser pai me tornou uma pessoa muito melhor, com preocupações genuínas que antes não possuía e que, agora, encaro o próprio mundo com preocupações muito mais amplas. Temos medo que os filhos estejam em segurança, que no futuro tenham algum sucesso pessoal e profissional, mas a verdade é que tudo isso pode ser potencializado muito tempo antes, sendo um bom pai. É isso que tenho tentado e continuarei buscando, pois amo minhas figurinhas Pedro e Alice. Insistirei, mesmo fora de moda, a contar (ou inventar) histórias e cantar músicas (que existem ou não), mesmo cansado do trabalho, para que eles possam dormir, ainda que geralmente eu durma antes deles. (risos)”.


OLIVEIRA MACHADO FERNANDES JÚNIOR

Oliveira Machado Fernandes Júnior, assessor de direção do colégio E.E.B. Professora Maria da Glória Pereira e professor, e pai de Arthur e Thayla

“Ser pai é algo que nos remete a emoções e incertezas, somos seguros em relação ao que queremos, porém imaturos e inseguros em como conseguir alcançar nossos objetivos, afinal temos a nossa frente pequenos humanos que nos fazem sentir as mais variadas sensações em um piscar de olhos. Vamos aprendendo com os filhos a nos tornarmos primeiro gente e por consequência pais. Através das relações e possibilidades vamos nos permitindo amar mais, compreender mais, escutar muito mais e isto nos permite sonharmos e exercermos o papel de pais. Ter filhos passa a ser um constante exercício de resgatar como fomos educados por nossos pais e de quão importante foi e é e sempre será o papel deste ser humano em nossa vida. Sou o que sou por tê-lo em mim espero que meus filhos possam em algum momento ter o mesmo orgulho que estou tendo ao expressar e divulgar aos quatro cantos do mundo e ter a serenidade de parafrasear Elis Regina de sermos os mesmos e vivermos como nossos pais”.


GERSON LUÍS DA SILVA CABRAL

Gerson Luís da Silva Cabral, 55 anos, professor universitário/Univali e técnico de handebol da FMEBC. Enzo Gabriel da Silva Cabral, 4 anos

 Regina Cabral

“Aos 51 anos, tive a bênção de receber de minha esposa Regina o maior presente da vida, o meu filho Enzo, hoje com apenas 4 aninhos. Apesar de não ter sido pai anteriormente, participei, como professor, da educação de muitas gerações. Sem dúvida, muitas situações mudaram e continuam mudando. Algumas para melhor, mas outras, infelizmente, impõe maiores dificuldades. Como não têm alternativas o jeito é se adaptar e tentar fazer o melhor possível. Somos um casal que acompanha diuturnamente nosso filho. Dividimos as tarefas de monitorar ele em casa, levá-lo e acompanhá-lo na creche. Estamos atentos aos cuidados com a saúde, alimentação, entretenimento e, principalmente, com a educação. Temos a total convicção que a educação deve ser desenvolvida em casa. Procuramos tratá-lo sempre com respeito e não medimos esforços em fazer com que ele compreenda e pratique valores como gratidão, amizade, generosidade e, acima de tudo, respeito com todas as pessoas e amiguinhos. Como pai, tento dar a segurança necessária para que a minha família tenha uma convivência harmoniosa e que o meu filho cresça e se desenvolva num ambiente carregado de energias positivas e muito amor”.

 


CARLOS CESÁRIO

Carlos Cesário Pereira, 73 anos, advogado, pai de Cristiano, 48, Sylvia, 44, Fernando, 34, Lucas, 33, Maria Fernanda, 18 e Ana Carolina, 15 anos

Arquivo Pessoal

Cristiano, Fernando e Lucas com o pai Cesário (em cima). Cesário com Maria Fernanda e Ana Carolina (D), Sylvia e Yule, a única neta.

“É para mim, nascido na década de 40, criado, educado e formado nos padrões dos anos 50,60 e 70, a experiência de, como pai ter participado na criação e educação de três filhos e três filhas, frutos de duas convivências conjugais, nascidos em diferentes décadas, dois nos anos 70, dois nos anos 80 e as duas últimas filhas, já nascidas na primeira década dos novo século, foi e tem sido uma experiência prazerosa, gratificante, riquíssima e, por vezes, exaustiva, especialmente em relação à duas últimas filhas, em que, pela maior parte do tempo, como até agora, assumi sozinho esta missão. As diferenças entre os meus próprios padrões de relacionamento e educação entre pais e filhos, de meados do século passado, e os padrões das diferentes épocas deles, meus filhos, são gritantes e a todo tempo exigiram de todos nós adequações bruscas, que só foram possíveis pela prevalência do amor e do respeito mútuo. São tantas as diferenças que fica impossível listar”.


DIOGO GAMBOA

Diogo Gamboa, 36 anos, treinador de atletismo, pai de Clara em gestação de 24 semanas

Diogo, Daia e Clara que chegará em poucos meses

“Minha esposa Daia e eu planejamos e agora estamos vivendo um momento muito bom, que é a espera pela chegada da Clara. É emocionante e desafiador. Apesar de ser nossa primeira filha, trabalhamos há muito tempo com jovens, crianças e sabemos que os valores vão mudando, mas eu acredito muito na educação, até pelo exemplo. Nós procuramos trabalhar de forma honesta, ter amigos, ser parceiros, viver com bondade no coração e acho que isso é o melhor que iremos transferir para ela, para que consiga encarar esse mundo cruel com um sorriso no rosto. Nós acreditamos muito em Deus, acreditamos que o mundo conspira a favor das pessoas que plantam o bem. Esta sementinha que está na barriga da Daia, certamente virá abençoada, com muito caráter, alegria para podermos enfrentar juntos todas as dificuldades e adversidades. Acho que o amor, a bondade e a caridade superam tudo isso”.


Opinião de filho:


CADU DUARTE

O músico Cadu Duarte, que participou do The Voice Brasil, é uma das estrelas da campanha do Dia dos Pais dos shoppings da rede Almeida Júnior, que compreende o Balneário Shopping, junto com o pai, Gilmar Duarte

“Eu e meu pai sempre fomos muito próximos. Fazer a campanha de Dia dos Pais dos shoppings Almeida Júnior foi um momento inesquecível pra gente. Durante as fotos nos divertimos muito, principalmente por ser a primeira vez que meu pai fazia um ensaio fotográfico. Ele começou mais tímido, mas logo estava a vontade e aproveitamos o momento para transmitir nossa alegria e amor para as fotos. Meu pai é um orgulho para nossa família. Somos uma família muito unida e essa base sem dúvida vem da luta e educação dos meus pais, que sempre lutaram muito pra nos dar o melhor que fosse possível. Meu pai é um homem forte, sempre alegre e com pensamento positivo, um dos homens mais trabalhadores que eu conheço. Acredito que as maiores qualidades que herdei dele foi a persistência e o otimismo. Tenho certeza que ele é um dos meus maiores fãs. Ama me ouvir cantar, e é super orgulhoso de mim quando fala sobre meu trabalho para os amigos e conhecidos. Sentir esse orgulho não tem preço. O Dia dos Pais é o momento de comemorarmos esses momentos cheios de amor que temos vivido nos últimos anos. Sinto que quanto mais eu amadureço, mas eu consigo enxergar a luta dele e valorizar tudo o que ele fez por nossa família até hoje. Meu pai nunca foi de trocar presentes, mas eu e minhas duas irmãs mudamos um pouco disso nele, e hoje ele diz que adora presentear as pessoas. Neste Dia dos Pais vamos comemorar em família, e aproveitar o dia juntos, não tem presente melhor do que esses momentos.” 

Foto de capa: George Varela

 

Divulgação

Luiz Guida, o "Animal", destaque no SUP do Brasil, estará no evento

A primeira edição do Row To Win Water, o Festival de Alma Salgada, começa hoje (17) e termina domingo (19), na Praia de Cabeçudas, em Itajaí. O festival reunirá os principais atletas do stand up paddle (SUP) do Brasil, entre eles Luiz Guida, conhecido como ‘Animal’, que desde 2010 carrega o título de atleta mais experiente do país na categoria.

A última vitória do remador Animal foi no Aloha Spirit, em abril, onde superou o campeão mundial de sprint, Artur Santacreu.

“Estou treinando muito duro para me manter no topo, vencer o Aloha foi um presente, pois nas primeiras provas do ano a gente vê quem treinou nas férias. Eu venho surpreendendo todos, competindo forte e sempre com disputas emocionantes, então Itajaí pode esperar um show”, diz.

O stand up paddle é uma modalidade que está em fase de estudos e testes para transformar-se em modalidade olímpica. Uma inclusão que, segundo o atleta, poderia ajudar no desenvolvimento da atividade.

“Hoje a falta de apoio e incentivo faz com que a gente tenha uma participação pequena de novos atletas ingressando no SUP. O Brasil não conta com escolas de stand up para crianças, isso faria toda a diferença no futuro”, lembra.

O Row To Win Water começa hoje (17), com a realização do congresso técnico a partir das 17h, no Hotel Marambaia e abertura oficial na Praia de Cabeçudas será a partir das 19h. As provas de stand up, canoa havaiana e surfski serão realizadas no sábado e domingo (18 e 19) a partir das 8h.

O público terá a chance de ficar próximo dos atletas, já que a faixa de areia será a arquibancada com vista privilegiada para curtir cada largada e chegada dos competidores.

No sábado, as provas seguem até o final da tarde e no domingo até às 12h., quando acontece a premiação.

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