Prefeito de Camboriú entra com ação judicial para acabar com a greve que já dura quatro dias

- Publicidade -
- Publicidade -

Fim de semana em BC e região com Dia das Crianças, festas, shows nacionais e outras atrações

O fim de semana em Balneário Camboriú e região é sempre com muitas atrações especiais, incluindo shows, festas e...

Emails em poder da PF indicam que Flávio Bolsonaro dividia conta bancária com suspeito de lavar dinheiro do INSS

Willer mantém relações com parlamentares de diferentes espectros políticos. Além da proximidade com Flávio Bolsonaro, também tem interlocução com integrantes da base do governo Lula (PT).

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

O prefeito de Camboriú, Élcio Kuhnen não participou da rodada de negociações com o movimento grevista, liderado pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sisemcam), na tarde desta terça-feira (15), mas hoje decidiu entrar na justiça para acabar com a greve.

(Divulgação/Sisemcam)

Quem representou o Executivo na negociação foi o procurador jurídico da prefeitura, Hélio Derene Filho. Depois disso, o prefeito divulgou em uma live divulgando o que foi proposto na reunião: a readequação de cargos e salários do quadro geral, além de oferecer um adicional de R$ 423,00 para o magistério.

Na assembleia logo após a reunião, os grevistas aceitaram a readequação do plano de cargos e salários, mas não aprovaram o adicional aos professores, que consideraram ‘um absurdo’. 

A greve que já dura quatro dias tem cerca de 450 funcionários do magistério mobilizados. 

O Executivo deve 8,84% do repasse do Fundeb aos profissionais da educação. Neste ano,  os índices são ainda maiores: 10,06% valor do IPCA e 33,24% de repasse do governo Federal. 

- Continue lendo após o anúncio -

A ação judicial do Executivo pede o fim da greve e alega dificuldades fiscais para pagar o que é devido ao funcionalismo. 

Segundo a comissão de negociação, o adicional para o magistério rejeitado pela categoria, não foi oficializado.

“Até agora não tivemos estudos que comprovem a incapacidade de pagamento. Nenhum detalhe sobre como incidirá esse valor, período e cargos. Tudo feito às pressas e sem embasamento para a discussão com a categoria”, explica a presidente do Sisemcam, Luciana Sobota.

O advogado do Sisemcam, Éliton Debacker adiantou que a defesa vai demonstrar a situação que o servidor da educação vive desde 2020, e apresentar os artigos da Lei Municipal que nos dão direito a receber os índices em atraso. 

“O movimento continua, visto que não há qualquer decisão”, disse o advogado.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas