“Mais do que merecido”: Ranchos de Pesca de Tainha da Praia de Taquaras são Patrimônio Cultural Material

- Publicidade -
- Publicidade -

O segredo mais bem (mal) guardado do governo Ju Pavan

Atualizado: secretária deve deixar o cargo logo após a eleição.

Corretora de Balneário Camboriú disputa herança de até R$ 1 milhão em novo reality

Myriã Mendes está entre os 13 participantes de “Herança em Jogo”, que estreia nesta sexta-feira (25), no Globoplay, com Rodrigo Faro e Susana Vieira

Projeto aprovado na Câmara de Balneário Camboriú gera discussão sobre volta da ‘indústria da multa’

Sistema poderá utilizar veículos com câmeras para fiscalizar estacionamento, mas forma de implantação ainda será definida, afirma Evaldo Hoffmann

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Foi aprovado nesta semana o Projeto de Lei Ordinária N.º 22/2024, que declara que os Ranchos de Pesca de Tainha (“Rancho do Neu” e “Rancho do Eládio”), da Praia de Taquaras, ficam tombados como Patrimônio Cultural Material de Balneário Camboriú. Os pescadores veem que o projeto é ‘mais do que merecido’.

Jair Euflorzino, presidente da Associação de Moradores de Taquaras e filho de Eládio, pescador responsável por um dos ranchos de Taquaras, salienta que é ‘mais do que merecido’ o projeto aprovado, e que, na verdade, ‘é uma vergonha’ para o município porque todo o valor cultural que a cidade tem sempre foi aliada à pesca. 

“Tem que ser mantida essa cultura. O prefeito Fabrício Oliveira, sem puxação de saco, foi o que mais deu valor para a nossa cultura, que deu um apoio legal, como as festas que realizamos nas regiões das praias, que tem apoio estrutural e com atrações, e também a questão agora do rancho de pesca. É mais do que merecido esse projeto, vamos poder agasalhar nossas canoas, sabendo que é patrimônio cultural”, diz.

Porém, Jair aponta que, por um lado, há uma preocupação, que o patrimônio (Rancho) vire domínio da prefeitura. 

“A gente quer que o pescador tenha direito de ter seu rancho, o medo da prefeitura é que o rancho vire moradia ou restaurante, mas eu coloquei para o prefeito – a ideia é simples: façam um contrato. Nós assinamos a responsabilidade de que o rancho é para guardar a canoa, mas que tenhamos pelo menos o direito de ter banheiro – em Taquaras levamos dois anos, até no Patrimônio da União fomos, e conseguimos fazer. Está melhorando aos poucos, estamos nos sentindo mais apoiados”, completa.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas