O vereador Marcelo Achutti foi liberado para se desfiliar do MDB de Balneário Camboriú, sem correr o risco de perder seu cargo na Câmara, por infidelidade partidária.
Desde as eleições de 2024 o clima entre Achutti e o partido estava tenso, pois ele fez campanha contra a chapa de Juliana Pavan, que tinha como vice o emedebista Nilson Probst.
“Fui o vereador mais votado do MDB, na última eleição em 2024. Já tive convite para algumas siglas e posso aderir ao PL ou Republicanos, mas minha decisão política deve ser feita num segundo momento. Permaneço no MDB, até liberação pela justiça eleitoral”, disse Achutti.
Probst, que preside o MDB, explicou que havia dois caminhos, pedir a expulsão de Achutti ou liberá-lo para seguir seu caminho.
“Demos anuência para sair, e ele seguirá vereador. Agora ele tem liberação para procurar outro partido, isso deve acontecer nos próximos dias. Acredito que ele irá para o Republicanos. Eu e ele temos um bom relacionamento, uma questão é política e outra pessoal, hoje o nosso problema era político, ele é muito ligado ao time da oposição e não dá – eu sou vice-prefeito, o MDB está no governo, e ele é um vereador que faz oposição, não fechava a conta”, completou.

