Casa abandonada e interditada desde o início do ano foi derrubada em Balneário Camboriú 

- Publicidade -
- Publicidade -

Emasa identifica ligação clandestina no primeiro dia de força-tarefa na rede de esgoto do Pioneiros

Inspeções fazem parte de pacote de R$ 20 milhões para reduzir extravasamentos e contribuir com a despoluição do Canal do Marambaia

Prefeitura abre duas mil vagas para curso gratuito de hospitalidade voltado a profissionais da orla

A Prefeitura de Balneário Camboriú abre nesta terça-feira (4) as inscrições para o curso gratuito ‘Sou Balneário Camboriú –...

Polícia investiga catarinenses envolvidos em planos para invasão de prédios em Brasília

Também foram identificados compartilhamentos de conteúdos relacionados à fabricação de artefatos explosivos, circunstância que motivou o aprofundamento das investigações e a adoção de medidas cautelares para preservação de provas.

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

A Secretaria de Segurança, com apoio de outras secretarias municipais (Obras, BC Trânsito, Fiscalização de Atividades Urbanas, Defesa Civil, Meio Ambiente, Abordagem Social e o Conselho Tutelar – que acompanharam o caso de uma mãe com algumas crianças que ocupou o local por um tempo), demoliu na manhã desta quarta-feira (1°) uma casa abandonada na Rua Venezuela, esquina com a Rua Caracará, na divisa entre os bairros Ariribá e Nações. O imóvel,  interditado desde o início do ano, estava sendo utilizado por moradores de rua.

Segundo a prefeitura, a casa estava interditada devido a problemas estruturais. A demora da demolição teria sido por ‘todo o trâmite do processo burocrático’.

O secretário de Segurança, Geraldo Rodrigues, que responde também pela Diretoria de Contenção de Ocupações Irregulares e Degradação Ambiental (DCOI), informou que com a demolição conseguiram resolver uma situação que estava causando muitos transtornos à comunidade já que a casa estava reunindo usuários de drogas. 

“Quando chegamos, abordamos duas pessoas em situação de rua, dormindo no interior. Os vizinhos relataram que não dormiam direito há meses, pelo fluxo de pessoas que invadiam o local para a prática de atos ilícitos”, disse.

A Guarda Municipal diariamente era acionada pela comunidade da vizinhança e ia até o local onde, segundo a GM, foram abordadas  pessoas com diversas passagens criminais, que utilizavam o local para dormir, se drogar e esconder objetos furtados.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas