Navio MSC Seaview inunda após vazamento de tubulação, e água invade cabines

- Publicidade -
- Publicidade -

Apartamentos novos terão impacto do aumento do IPTU escalonado até 2030

Diante da gritaria de compradores de imóveis novos, construtores e corretores, a administração Juliana Pavan resolveu mudar a forma...

Projeto amplia vagas de contadores e agentes sociais na Prefeitura de Balneário Camboriú

A prefeita Juliana Pavan encaminhou à Câmara de Vereadores, em regime de urgência, o Projeto de Lei Ordinária 143/2026,...

Ex-prefeitos de Balneário Camboriú falam sobre o legado que deixaram e o futuro da cidade

Nos 62 anos de Balneário Camboriú, o Página 3 ouve quem comandou a cidade de 1989 em diante

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

(FOLHAPRESS) – Um vazamento de água inundou corredores e cabines de um navio da MSC Cruzeiros, durante uma viagem entre o Santos e Maceió, na última segunda-feira (12). Passageiros afirmam que não tiveram informações imediatas e que, assustados, pensaram que se tratava de um naufrágio.

A inundação aconteceu na altura da Bahia. O economista pernambucano Marcelo Barros, que viajava com a esposa, dois filhos e a sogra no MSC Seaview, afirma que acordou com água entrando pela cabine no décimo andar. Ele diz que acreditou que a embarcação estivesse afundando.

“Só me veio à mente o filme Titanic, porque eu estava no décimo andar, e se minha cabine já estava com aquele volume de água, imagina as outras. Houve tumulto, curto-circuito elétrico, pessoas atordoadas com barulho. A gente não sabe para aonde ir”, afirmou.

Em nota, a MSC Cruzeiros afirmou que o vazamento ocorreu em uma tubulação do sistema de segurança contra incêndios. A companhia disse que o incidente foi “rapidamente solucionado” e que “em nenhum momento houve qualquer risco à segurança”.

A MSC disse ainda que as áreas afetadas passaram por limpeza profunda e que os passageiros receberam assistência.

- Continue lendo após o anúncio -

Marcelo diz que não houve comunicado oficial da tripulação explicando o ocorrido. Ele afirma que parte das cabines ainda estava úmida quando os passageiros foram liberados para retornar. Segundo ele, a empresa ofereceu uma compensação de US$ 150 (R$ 807), valor que diz não ter aceitado.

“A informação que nos foi passada é que foram cerca de 40 cabines inundadas. Depois do incidente nos colocaram num bar. Como a minha sogra estava em cadeira de rodas, pressionei na hora e nos deram um apartamento, fomos realocados. Mas uma boa parte das pessoas teve que passar o dia nesse bar.”

A Capitania dos Portos da Bahia afirmou, em nota, que tomou conhecimento do alagamento na terça-feira (13) e que a situação foi solucionada cerca de duas horas após o início.

De acordo com a Marinha, a avaria não comprometeu o navio nem a segurança da navegação, por ter ficado restrita a uma rede de água doce. Após avaliação, o MSC Seaview foi liberado para seguir viagem até Maceió e passou por nova inspeção em Alagoas. Os responsáveis pelo navio foram notificados a prestar esclarecimentos.

O MSC Seaview opera em um trajeto circular. O navio parte de Santos, segue até Búzios, no Rio de Janeiro -onde não há embarque ou desembarque de passageiros- e depois navega até Salvador e Maceió, antes de retornar a Santos. Marcelo embarcou em Maceió no dia 7 de janeiro e desembarcou nesta quarta (14).

- Continue lendo após o anúncio -

Passageiros afetados organizam um grupo para avaliar medidas judiciais contra a empresa após o desembarque final em Santos.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas