Ana Paula Lima reforça defesa do fim da escala 6×1 e alerta para impactos na saúde mental e na vida das mulheres

Em vídeo nas redes sociais, deputada rebate críticas à proposta e afirma que mudança melhora a vida de milhões de trabalhadores

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(Texto produzido pela assessoria da deputada) – A deputada federal Ana Paula Lima voltou a defender publicamente o fim da escala 6×1 como prioridade na pauta trabalhista do Congresso Nacional. Em vídeo publicado em suas redes sociais – https://bit.ly/FIM6X1ANAPAULALIMA -, a parlamentar rebate críticas à proposta e questiona: “Você ainda acha que acabar com a escala 6×1 vai quebrar o Brasil?”

No vídeo, Ana Paula afirma que a mudança não provoca desemprego nem colapso econômico. “Não vai quebrar o Brasil. O que vai quebrar é a saúde de quem trabalha seis dias seguidos e só tem um para descansar, cuidar da família, resolver a vida”, declara. Segundo ela, o impacto para as empresas é mínimo, mas a transformação na vida dos trabalhadores é profunda. “O que muda de verdade é a vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras. Mais descanso. Mais dignidade. Mais qualidade de vida.”

A deputada sustenta que o debate sobre a jornada 6×1 precisa ser enfrentado com base em dados e na realidade social do país. Em 2025, o Brasil registrou mais de 546 mil afastamentos por transtornos mentais e comportamentais, consolidando ansiedade, depressão e burnout entre as principais causas de licença médica. Para Ana Paula, jornadas exaustivas estão diretamente relacionadas ao crescimento desses indicadores.

O impacto é ainda mais severo sobre as mulheres. Elas representam cerca de 44% da força de trabalho formal, mas dedicam quase o dobro do tempo aos afazeres domésticos e ao cuidado de familiares em comparação aos homens. Na prática, muitas trabalhadoras enfrentam dupla jornada. “Para muitas mulheres, o único dia de descanso é o dia de cuidar da casa. Isso não é descanso, é sobrecarga”, ressalta.

Para a parlamentar, a revisão da escala 6×1 é uma medida concreta de proteção à saúde mental, promoção da igualdade de gênero e valorização do trabalho digno. “A pergunta é simples: você é contra ou a favor de quem trabalha?”, provoca no vídeo, convocando a sociedade a pressionar para que a pauta avance no Congresso.

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A defesa do fim da 6×1 integra a atuação da deputada em temas ligados aos direitos trabalhistas, à saúde mental e à construção de um modelo de desenvolvimento que coloque a vida das pessoas no centro das decisões.

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