Mandado é cumprido em Balneário Camboriú em operação que investiga desvio de recursos da saúde no RS

Página 3 no Instagram
- Publicidade -
- Publicidade -

Leia também

Emasa identifica ligação clandestina no primeiro dia de força-tarefa na rede de esgoto do Pioneiros

Inspeções fazem parte de pacote de R$ 20 milhões para reduzir extravasamentos e contribuir com a despoluição do Canal do Marambaia

Prefeitura abre duas mil vagas para curso gratuito de hospitalidade voltado a profissionais da orla

A Prefeitura de Balneário Camboriú abre nesta terça-feira (4) as inscrições para o curso gratuito ‘Sou Balneário Camboriú –...

Polícia investiga catarinenses envolvidos em planos para invasão de prédios em Brasília

Também foram identificados compartilhamentos de conteúdos relacionados à fabricação de artefatos explosivos, circunstância que motivou o aprofundamento das investigações e a adoção de medidas cautelares para preservação de provas.
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Na manhã desta quarta-feira (18), Balneário Camboriú foi alvo da Operação Gollum II, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos da saúde no Rio Grande do Sul. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na cidade com apoio do GAECO de Santa Catarina.

A ação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), com apoio do GAECO catarinense. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e fraudes envolvendo o IPE Saúde, plano de saúde público gaúcho.

O mandado cumprido em Balneário Camboriú foi expedido pela 2ª Vara Estadual de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro de Porto Alegre.

De acordo com o Ministério Público, o grupo investigado atuava para obter decisões judiciais que obrigassem o Estado a custear tratamentos médicos domiciliares, conhecidos como home care.

As investigações começaram após a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) identificar decisões judiciais que somavam cerca de R$ 35 milhões para esse tipo de atendimento.

Durante a apuração, foram encontrados indícios de irregularidades como sobrepreço, uso de notas fiscais falsas, documentos inconsistentes e falhas na prestação de contas. Segundo o Ministério Público, o esquema envolvia diferentes frentes: familiares de pacientes, empresas prestadoras de serviço, advogados e outros colaboradores. Os investigados podem responder por crimes como organização criminosa, estelionato qualificado e falsidade ideológica.

- Continue lendo após o anúncio -

A apuração segue sob sigilo, e novas informações devem ser divulgadas conforme o andamento do processo. O objetivo, segundo o Ministério Público, é proteger os cofres públicos e garantir que os recursos cheguem a quem realmente precisa de atendimento especializado em casa.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas