Lei que obriga uso de tornozeleira por agressores de mulheres vai à sanção de Lula

- Publicidade -
- Publicidade -

Apartamentos novos terão impacto do aumento do IPTU escalonado até 2030

Diante da gritaria de compradores de imóveis novos, construtores e corretores, a administração Juliana Pavan resolveu mudar a forma...

Projeto amplia vagas de contadores e agentes sociais na Prefeitura de Balneário Camboriú

A prefeita Juliana Pavan encaminhou à Câmara de Vereadores, em regime de urgência, o Projeto de Lei Ordinária 143/2026,...

Ex-prefeitos de Balneário Camboriú falam sobre o legado que deixaram e o futuro da cidade

Nos 62 anos de Balneário Camboriú, o Página 3 ouve quem comandou a cidade de 1989 em diante

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (18) um projeto de lei de autoria dos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (Psol-RS) que determina que a polícia monitore agressores de mulheres por meio de tornozeleira eletrônica e aumenta de 5% para 6% o valor mínimo destinado do FNSP (Fundo Nacional de Segurança Pública) para financiar o combate à violência contra a mulher.

O texto, que já havia sido chancelado pela Câmara, segue agora para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O projeto também determina que a polícia e a vítima devem ser alertadas de eventual aproximação do agressor. No caso da vítima, o alerta deverá ser feito por meio de aplicativo no celular ou outro dispositivo de segurança.

“Nós sabemos que muitos feminicídios… Por mais que a mulher tenha a medida protetiva, ela não é suficiente para que ela tenha, de fato, sua vida resguardada. E, com o monitoramento agora, a gente tendo, de fato, o monitoramento eletrônico desse agressor, nós sabemos que vamos poder salvar inúmeras vidas no nosso país, inúmeras vidas de inúmeras mulheres no nosso país”, disse, na sessão de quarta, a senadora Leila de Barros (PDT-DF), relatora da matéria.

O projeto afirma ainda que o monitoramento deve ser implementado com prioridade quando houver descumprimento de medidas protetivas anteriores ou risco iminente à integridade física ou psicológica da vítima. Caso a autoridade judiciária decida por não implementar a medida, ela deve oferecer fundamentação com os motivos.

- Continue lendo após o anúncio -

O texto determina também que a pena do agressor deverá ser aumentada de um terço até a metade se houver entrada em espaços proibidos ou retirada da tornozeleira, e que deverão ser feitas campanhas sobre o temas, informando, por exemplo, como funcionam medidas protetivas de urgência e o monitoramento eletrônico.

A medida faz parte de um pacote do Congresso de projetos ligados ao Dia da Mulher, que ocorreu em 8 de março.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas