‘As Mareadas’ representam Balneário Camboriú no Festival de Teatro Tecendo o Riso, em Concórdia

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“Duas sessões lotadas, muitas risadas e um encontro daqueles que ficam guardados na memória”, disse Monique Neves, a palhaça Sorella, sobre a apresentação do espetáculo ‘Avoando e Cantando e Seguindo o Coração’, no XIII Festival de Teatro Tecendo o Riso, na quinta-feira (27), em Concórdia.

O espetáculo da Cia As Mareadas, sob direção de Lia Motta, levou ao palco do Teatro Maria Luiza de Matos as palhaças Sorella, interpretada por Monique Neves, e Sollí, vivida por Bruna Pierami, para duas apresentações.

O Tecendo o Riso é um importante espaço de circulação, intercâmbio e valorização das artes cênicas no Oeste de Santa Catarina e em sua 13ª edição, reuniu espetáculos locais, regionais e nacionais, aproximando o público de diferentes linguagens e artistas de diversas partes do Brasil e fortalecendo a presença do teatro para além dos grandes centros.

Divulgação

Para a Cia As Mareadas, estar entre os grupos selecionados para a Mostra Nacional também significa levar o nome e a produção artística de Balneário Camboriú para outros territórios.

“É muito bonito sair de Balneário Camboriú com um trabalho que construímos com tanto carinho e perceber que ele encontra o público do outro lado do estado. Representar nossa cidade dentro de um festival que recebe artistas de diferentes lugares do Brasil nos enche de orgulho. E encontrar duas sessões lotadas, com crianças, famílias e tantas risadas, faz a gente lembrar por que escolheu viver de teatro”, destaca

Monique Neves, a palhaça Sorella.

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A passagem por Concórdia também foi marcada pelo acolhimento da equipe do festival e pela troca com artistas e profissionais que participam da programação.

“Desde a nossa chegada fomos recebidas com um carinho enorme. Existe uma equipe cuidando para que o artista se sinta acolhido e para que o público tenha acesso a uma programação de qualidade. Festivais são também lugares de encontro: a gente assiste a outros trabalhos, conhece artistas, troca experiências e volta para casa diferente. É fundamental que iniciativas assim continuem existindo e se multiplicando pelo país”, afirma Bruna Pierami, a palhaça Sollí.

Mais do que uma sequência de apresentações, festivais como o Tecendo o Riso ajudam a construir pontes entre cidades, artistas e públicos.

A permanência de eventos culturais gratuitos e continuados contribui para a formação de plateias, movimenta a produção artística e possibilita que trabalhos criados em diferentes regiões circulem e encontrem novos espectadores.

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