Mendonça diz ser contra abrir íntegra do celular de Vorcaro e pede que Fachin apure suposta coação na PF

- Publicidade -
- Publicidade -

Candidata ao Senado por Santa Catarina é alvejada e presa pela PM (veja o filme)

Suplente do candidato ao Senado pelo PT, Décio Lima, foi agredida durante ato partidário

Juiz destaca que arrozeiros de Camboriú sabiam que não podiam plantar ao assinar contrato com a Emasa

"...razão assiste à parte embargante (Emasa) quando aduz que o contrato celebrado pelas partes veda o plantio de arroz no imóvel durante o período de utilização deste como reservatório de água bruta..."

Nego Joe e Rafael Salvador cantam nos 80 anos do Sesc neste domingo em Balneário Camboriú

Com entrada gratuita, comemoração reúne música, recreação, oficinas e atividades de saúde. Restaurante terá almoço português cobrado à parte

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal) disse neste domingo (13) ser contra a abertura da íntegra das informações do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por entender que isso pode tumultuar o julgamento de terça-feira (15).

Mendonça pediu que o presidente do Supremo, Edson Fachin, apure se delegados da PF (Polícia Federal) estão sofrendo alguma espécie de constrangimento interno ou pressão para liberar a totalidade do material.

O despacho foi assinado depois que a PF informou a Fachin que dispõe “de plenas condições técnicas” para produzir e encaminhar cópia da extração do celular de Daniel Vorcaro aos gabinetes dos ministros que o solicitaram, observadas as cautelas de sigilo aplicáveis.

Os ministros Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin defendem o acesso integral às mídias extraídas do celular. Eles argumentam que a divulgação dos documentos sobre as investigações do Master não pode ser seletiva.

De acordo com Mendonça, entretanto, seu gabinete dispõe do mesmo material que foi disponibilizado aos demais magistrados – ou seja, ele também só tem acesso a parte dos dados, e não à íntegra, que segue sob custódia da PF.

- Continue lendo após o anúncio -

“Este ministro dispõe exatamente do mesmo conjunto de elementos de informação franqueado aos demais pares que irão participar da sessão”, disse Mendonça, afirmando que a divulgação do material inteiro “colocaria em risco todo o seguimento e êxito das investigações”.

Segundo ele, a inserção de elementos adicionais, que não constam nos autos, ensejaria “questionamentos de toda a ordem” para desviar o foco do julgamento. Ele afirmou que a gravidade dos fatos “não tolera subterfúgios ou desvios de rotas, rumo a outros interesses que não os da Justiça”.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas