Emasa seleciona quatro empresas para estudar reaproveitamento do lodo da ETE Nova Esperança

Participantes terão 180 dias para apresentar propostas. Habilitação não significa contratação nem escolha de tecnologia

- Publicidade -
- Publicidade -

O segredo mais bem (mal) guardado do governo Ju Pavan

Atualizado: secretária deve deixar o cargo logo após a eleição.

Após reclamações sobre gestão do CEM Vereador Santa, Educação diz que apura relatos e anuncia gabinete na escola

Pais, mães e professores procuraram o Página 3 após reportagem sobre problemas estruturais. A partir de segunda-feira (28), comunidade poderá apresentar demandas diretamente a diretores da Secretaria de Educação

Projeto aprovado na Câmara de Balneário Camboriú gera discussão sobre volta da ‘indústria da multa’

Sistema poderá utilizar veículos com câmeras para fiscalizar estacionamento, mas forma de implantação ainda será definida, afirma Evaldo Hoffmann

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Quatro empresas foram habilitadas pela Emasa para desenvolver estudos sobre o tratamento e a destinação do lodo produzido na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Nova Esperança, em Balneário Camboriú. O resultado foi publicado nesta quarta-feira (23), e as participantes terão 180 dias corridos, contados da publicação, para apresentar suas propostas.

A autarquia busca alternativas para reduzir os gastos com transporte e destinação final do resíduo e avaliar possibilidades de reaproveitamento. Uma das intenções é transformar o material em subprodutos com valor comercial, desde que haja viabilidade técnica, econômica e ambiental.

Foram habilitadas Ello Serviços, Obras e Participações Ltda., Bender Inovações Tecnológicas Ltda., Proactiva Meio Ambiente Brasil Ltda. e Vale Compostagem e Produção de Fertilizantes Orgânicos Ltda.

Segundo a Emasa, todas cumpriram os requisitos da primeira etapa do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) nº 001/2026.

Nessa fase, a comissão responsável analisou a documentação, a experiência das empresas em projetos relacionados ao lodo e a qualificação das equipes indicadas para elaborar os estudos.

- Continue lendo após o anúncio -

As propostas deverão detalhar como as tecnologias poderiam ser aplicadas à ETE Nova Esperança, quais investimentos seriam necessários e quanto custaria a operação. Também deverão abordar as condições ambientais e o modelo jurídico e contratual de uma eventual implantação.

Segundo o diretor técnico da Emasa, Pedro Crestani, a análise levará em conta a compatibilidade das soluções com a estrutura existente na estação, além da eficiência do tratamento e da segurança operacional.

O diretor-presidente da autarquia, Auri Pavoni, afirma que a intenção é conhecer tecnologias capazes de diminuir despesas e permitir o aproveitamento do resíduo. O comunicado, porém, não informa o volume de lodo produzido pela ETE, os gastos atuais com sua destinação ou uma estimativa de economia.

Após a entrega, os estudos passarão por nova avaliação da comissão. A habilitação autoriza apenas a elaboração e a apresentação das propostas: nenhuma tecnologia foi escolhida e as empresas participantes não foram contratadas para executar os serviços.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas