Imoralidade imobiliária da FG/Havan foi retirada da pauta do Conselho da Cidade

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Prefeitura desapropria terreno na Estrada da Rainha, mas não informa como pagará o proprietário

A proposta do município deverá ser da construção de um prédio baixo, até o limite de 24,5 metros de altura previsto no novo Plano Diretor.

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A construção de um prédio com 101 andares e 1001 apartamentos, onde a legislação só permite menos de 90 unidades, foi retirada sem maiores explicações da pauta do Conselho da Cidade de Balneário Camboriú que se reunirá no próximo dia 14.

O Conselho não se reúne desde fevereiro, mas alguém da cúpula da administração municipal decidiu convocá-lo para analisar uma imoralidade, o favorecimento estimado em meio bilhão de reais às empresas FG e Havan.

O terreno (foto abaixo)onde pretendem fazer o prédio tem cerca de 3.000 m2 e atualmente é o estacionamento do teleférico. A área foi vendida há alguns anos para a FG/Havan.

Pelas leis da cidade, em terrenos com 3.000 m2 naquela região, é possível fazer 86 apartamentos, independente se destinados a moradia ou hotelaria.

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Ao fazer 10 vezes mais unidades que o permitido, os empresários teriam um lucro direto, economizando em terreno, ao redor de meio bilhão de reais.

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