Macrodrenagem vai cortar molhe do Pontal Norte e não chegará até a Rua 2.000 neste verão

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A obra de macrodrenagem na Praia Central, terá uma etapa diferenciada nos próximos meses: o corte do molhe do Pontal Norte. A intervenção é necessária para conectar a galeria da Avenida Atlântica ao Canal do Marambaia, por onde as águas da chuva serão extravasadas.

Segundo o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Carlos Humberto Silva, a expectativa é que a operação ocorra já em setembro. 

“Esse corte será feito no sentido praia-mar. Vamos interditar o molhe, cortar e depois refazer. Durante esse período haverá um acesso provisório para a comunidade”, explica.

Obra não chegará à Rua 2.000 até o verão

A prefeitura havia anunciado que a macrodrenagem chegaria até a Rua 2.000 antes da temporada de verão, mas o secretário confirmou que isso não será possível. 

A obra vai avançar até a Rua 51, na região da praça Almirante Tamandaré, onde será interrompida em novembro. 

“Não tem como continuar em dezembro porque é mês de Natal, de grande movimento, e precisamos evitar transtornos. A previsão agora é retomar as frentes de trabalho depois do Carnaval. Nesse período também vamos licitar o trecho sul, que levará a macrodrenagem da Rua 2.000 até a 3.920”, afirmou Carlos Humberto.

De acordo com ele, a decisão foi tomada após dificuldades encontradas nas últimas etapas. 

“Na Rua 1.301 tivemos uma série de problemas durante a instalação dos extravasores. Isso atrasou e inviabilizou avançar até a 2.000 antes do verão. Por isso vamos parar na Rua 51, retomando depois da temporada”, acrescentou.

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Importância da obra

Com investimento de R$ 53 milhões, a macrodrenagem tem como principais objetivos proteger a faixa de areia e o novo calçadão da orla, além de reduzir os riscos de alagamentos em períodos de chuvas intensas. 

Carlos Humberto destacou que, sem a obra, a cidade poderia sofrer novamente com episódios como os registrados entre dezembro e janeiro, quando fortes tempestades provocaram transtornos na Avenida Atlântica. 

“Esse sistema vem para amenizar esses impactos e dar mais segurança para a população”, reforçou.

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