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Balneário Camboriú

Diário da Quarentena – parte III

Bem vindos de volta às minhas andanças por esta quarentena! Continuo na mesma: ávida por aprendizado, por algo que me leve além de tudo o que já obtive. Com efeito, de acordo com os filósofos, somos eternos insatisfeitos. O que ontem era suficiente hoje não satisfaz mais. Queremos e buscamos sempre mais, sempre o melhor… isso que nos motiva e leva ao crescimento da sociedade como um todo. Cada um, utilizando suas próprias ferramentas e de acordo com o seu esforço, faz a sua parte para a construção deste mundo.

Pensando nisso, e sempre na busca do máximo que posso obter, venho lendo compulsivamente tudo o que me possa prover de melhores armas para este objetivo. Volto agora ao primeiro diário, na figura do meu atual (porque tudo na vida é passageiro) guru, o Jivan Pramod. Esta semana ele me enviou um texto que me faz refletir. Divido com vocês, porque acredito que esta angústia não é só minha… e porque aprendi que compartilhar é uma das melhores formas de amar.

Como diria a música da banda Braga Boys, hit de sucesso (para alguns) no ano 2000: O movimento é sexy… Não apenas o movimento meu caro, mas necessitamos também de uma mentalidade nas mesmas proporções. Porém a mentalidade sexy tão pouco tem a ver com a forma e sim com a essência.  Quando lembramos os antigos oráculos, deusas em estado de êxtase que traziam boas ou más notícias aos homens mais poderosos da terra, a quem realmente pertencia o poder?

A mentalidade sexy se desdobra e facilmente poderia ser também traduzida no se reconhecer, em assumir a sua identidade, estar alerta às dependências emocionais tóxicas, e quando queira, invocar seu poder do sim e o seu poder do não. Através deste conceito basear o senso de justiça no acolhimento das diversidades e diferenças, não obrigatoriamente entender mas empatizar com seu semelhante e qualquer criatura na terra, reconhecendo suas fraquezas e vulnerabilidades assim como suas forças e habilidades.

Nesta forma de pensar não cabe a vítima nem o vitimismo, não sobra tempo para o desdém da vida alheia, mas um verdadeiro se importar e o que se pode fazer a respeito inteligentemente.

Ter ou desenvolver uma mentalidade sexy é, em poucas palavras, saber quem eu sou, e o que estou fazendo aqui. Quando encontramos significado e motivos para acordar todos os dias, desenvolvemos potência de ação massiva e nos tornamos a nossa melhor versão. E talvez a vida nem tenha algum significado, e existimos por existir. Mas ter um senso de propósito, posso lhe garantir, no mínimo torna a vida mais interessante.” (Jivan Pramod)

Ainda estou meditando neste texto… cada dia tem um novo significado para mim. O que você pensa sobre isso?

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Céres Fabiana Felskihttp://www.ceresfelski.com.br
Médica formada pela Universidade Federal de Santa Catarina em 1991, atuando na rede pública de Balneário Camboriú há 21 anos. Escritora, apaixonada por educação em saúde e literatura. Lançou romances educativos sobre insuficiência renal crônica, hemodialise, diabetes tipo 1 (insulinodependente), diabetes 2 (não insulinodependente), além de livros de poesia. Blogueira
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