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20.3 C
Balneário Camboriú
Marcos Vinicios Pagelkopf
Marcos Vinicios Pagelkopf
Trabalho com turismo desde 1985, já fui agente de viagens, promotor de vendas de atrativos turísticos, professor de curso de recepção municipal e de guia de turismo da Univali, consultor, palestrante e idealizador de ações como a primeira comemoração do Dia Mundial do Turismo no Brasil.
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História, cultura e gastronomia

Semana passada passei umas dicas para a Nani escrever sobre as experiências na serra em Alfredo Wagner e ontem apresentei a ela e a mais dois casais interessados em trabalhar com turismo o que tem de precioso no Caminhos de Santa Paulina, que inicia em Camboriú e finaliza em Nova Trento, são 64 km de emoções.

(Foto Marcos V Pagelkopf)

O almoço exclusivo é uma experiência fantástica, já vale o passeio só pela gastronomia.

Dentro do roteiro você pode almoçar em vários restaurantes, mas se você quiser sentir realmente a essência do Caminho venham conhecer e ter a liberdade para comer junto com a família Bianchezzi, uma mesa italiana farta, servida na garagem da casa ou no galpão, a comida feita no fogão a lenha pela dona Jucélia com auxílio da dona Claudete marcarão sua visita, elas preparam uma recepção gastronômica calorosa inesquecível e o melhor, totalmente orgânica, a salada vem da horta para mesa e o sabor da galinha ensopada com aipim ali plantado é um show à parte, o sr. Natal é responsável pela colheita e pela escolha dos melhores ingredientes que tem no sítio com a ajuda do sr. Maurício nas lavouras, eles são praticamente auto sustentáveis.

(Foto Marcos V Pagelkopf)

As atrações são diversas no Caminhos de Santa Paulina, desde uma fazenda modelo a vinícolas coloniais.

Tem uma vinícola em particular que é no porão de uma casa centenária, eu que gosto de história, cultura e um bom papo regado a vinho, falo sempre aos turistas, a vinícola artesanal que irei apresentar é o  tesouro do Caminho.

(Foto Marcos V Pagelkopf)

O proprietário conta as histórias de como os garrafões feitos de vidros chegaram no Brasil. Eu sempre pensei que eram da Itália, mas foram feitos na Alemanha. Ele explica também o processo e onde estão armazenados os preciosos 7 mil litros que ele produz no ano, e ressalta que não é somente seguir a risca a receita do Nono e utilizar corretamente as ferramentas para fazer essa alquimia, precisa também, “ter muito amor na ação, amor desde a hora que se planta uma muda de videira até na hora de servir o vinho e brindar a vida como estou fazendo hoje aqui com vocês”, escutar as histórias e degustar o delicioso e inigualável líquido produzido alí a décadas e da mesma forma. Tudo isso não tem preço, sem falar do riacho que borda e refrigera naturalmente a vinícola.

A Nani vai escrever sobre turismo personalizado e as experiências de ontem e logo o Jonathan estará pronto para ser um dos anfitriões nos roteiros que ajudei a formar aqui em Santa Catarina.

Programem-se e venham conheçam.

Observação: Dona Claudete só atende com RESERVAS ANTECIPADAS e se você quer ser um anfitrião dos meus roteiros entre em contato inbox.

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