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Balneário Camboriú
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Inverno chegando: prefeitura de Balneário Camboriú possui abrigo para pessoas em situação de rua

Com a chegada da primeira onda de frio de 2023 e o início do inverno no próximo dia 21, muitas pessoas querem oferecer comida ou distribuir cobertores para moradores de rua. A prefeitura da cidade pede que isso não aconteça, porque o Resgate Social, departamento da Secretaria de Inclusão Social, é o especializado em apoiar essas pessoas.

A secretária de Inclusão Social de Balneário, Christina Barichello, explica que recentemente foram ampliadas as vagas para receber pessoas em situação de rua, além de que reformaram a Casa de Passagem (espécie de albergue municipal). 

“Não ampliamos vagas por conta do frio e sim na realidade temos esse serviço sempre ativo, durante todo o ano, tanto o Resgate Social como ainda a Clínica Social. Se aumentar a procura [por conta das baixas temperaturas] temos mobiliário para atender, como colchão e cobertor. Ampliamos conforme demanda, se houver necessidade”, diz.

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Christina reforça que a comunidade não doe cobertor ou comida e sim que chame o Resgate Social (156). 

“Pedimos que não façam sopão, não deem colchão ou cobertor, e sim que deem uma oportunidade, e isso é ligar para o 156 e permitir que a gente faça o nosso trabalho, pois esmola é ser facilitador do tráfico de drogas. Nós ainda não ficamos sabendo de grupos que estão planejando fazer comida, mas quando chega até nós, explicamos para a pessoa entender, pois ofertamos abrigo e entregamos marmitas. Eles [as pessoas em situação de rua] são assistidos. O dinheiro que ganham é para cachaça, para drogas, então se você der, não vai estar ajudando a pessoa. O serviço que prestamos não tem nada a ver com higienismo e sim é um ato de humanismo”, acrescenta.

Prefeitura oferece passagem e tratamento 

Além de ofertar abrigo para as pessoas em situação de rua, a prefeitura de Balneário ainda oferece transporte para a pessoa voltar para a sua cidade de origem e tratamento para a dependência química. 

“Sabemos que é uma pauta que está muito controversa – a mesma pessoa que não quer o morador de rua na frente de sua casa, é a pessoa que reclama se você aborda para levar para uma clínica. Lembrando que a nossa Clínica Social continua e a Guarda Municipal segue acompanhando as nossas rondas e fazendo a segurança, porque já tivemos funcionários que foram agredidos, ‘canivetados’, um até teve o seu nariz quebrado. Eu penso que se eu tivesse um filho nas ruas, dependente químico, eu seria muito grata ao poder público se fizesse algo para ajudá-lo, pois é um suicídio assistido”, informa.

Christina conta ainda que através do Resgate Social já conseguiram unir pessoas em situação de rua que estavam sendo procuradas por suas famílias, e que o trabalho é difícil, mas que é a única forma de impedir que Balneário ‘vire uma cracolândia’. 

“É o que fazemos que impede que isso aconteça – ofertar auxílio e entender que o dependente químico não tem consciência para aceitar ou não o tratamento, por isso levamos para a Clínica Social, onde o médico o avalia. Seguiremos atuando dentro da legislação, pois entendemos que a Clínica Social é a melhor opção e essa é a visão do prefeito – dar suporte, pois é questão de saúde pública pura porque a dependência química acaba com famílias. Quando há um dependente químico, toda a família adoece”, completa.

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