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Volkswagen dá férias coletivas em três fábricas de SP por impacto das chuvas no RS

A Volkswagen parou sua produção nesta segunda-feira (20) e deu início a férias coletivas em três fábricas de São Paulo. Segundo a montadora, a medida é para mitigar o impacto das chuvas no Rio Grande do Sul na produção do veículos.

Em nota, a Volkswagen afirma que “alguns fornecedores de peças da Volkswagen do Brasil, com fábricas instaladas no estado, estão impossibilitados de produzir”. Esse é o motivo da pausa na produção.

A paralisação afeta as fábricas da Anchieta, em São Bernardo do Campo (ABC), Taubaté e São Carlos. A unidade do Paraná, em São José dos Pinhais, segue produzindo normalmente até o momento.

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A fábrica de Anchieta produz os modelos Nivus, Virtus, Polo e Saveiro e terá 4.000 metalúrgicos em férias coletivas até 3 de junho. Pelo mesmo período ficam parados os 1.800 funcionários de Taubaté, unidade responsável pela fabricação do Polo Track e que terá um novo SUV compacto a ser lançado no mercado em 2025.

Como as duas fábricas não produzirão pelos próximos dias, a montagem em Ibaté, cidade ao lado de São Carlos, no interior do estado de São Paulo, será afetada, reduzindo o funcionamento da unidade de três para um turno de produção.

Em São Carlos, onde são fabricados os motores da Volks, 327 metalúrgicos estão em féria coletivas por 11 dias.

O Sindmetau (Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região) diz que a informação foi apresentada aos trabalhadores em duas assembleias na semana passada.

“A montadora vem monitorando os reflexos das chuvas e chegou a protocolar um aviso de 20 dias de férias coletivas na semana passada. Mas acabou reduzindo o período para dez dias após novas análises do cenário produtivo. A Volks vai continuar acompanhando a situação no Rio Grande do Sul e alterações no período de férias coletivas não estão descartadas”, afirma o sindicato.

Em Gravataí (RS), a General Motors interrompeu sua produção no dia 8 de maio. A montadora afirma que retoma gradualmente suas operações na fábrica nesta segunda, em um turno.

“A empresa continua monitorando as condições e adequando a produção do complexo industrial alinhada também ao reestabelecimento de fornecedores. Para a GM, neste momento, a prioridade é a segurança dos empregados, assim como as ações solidarias de apoio à comunidade e ao estado do Rio Grande do Sul”, diz, em nota à Folha.

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As enchentes no Rio Grande do Sul provocam retração das vendas de veículos já em maio. De acordo com dados da Bright Consulting, na primeira quinzena deste mês, as vendas caíram 18% em relação ao mesmo período de abril. Consequência da participação do estado -que passou de 5,4% nas vendas em abril para 0% desde 7 de maio, em virtude das chuvas. A consultoria estima reflexos também nos próximos meses.

A frota de veículos do Rio Grande do Sul é de 2,8 milhões de unidades e a projeção da Bright Consulting é de que cerca de 150 mil a 200 mil veículos tiveram perda total por causa das chuvas.

As fortes chuvas no estado impactaram também a Argentina. Em Córdoba, a Stellantis suspendeu a produção do Fiat Cronos, que depende de peças e componentes importados do Brasil.

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