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Balneário Camboriú
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Pais organizam pesquisa para saber opinião sobre escolas públicas de Balneário Camboriú 

Moradores da cidade que tem filhos na rede municipal podem participar até o próximo dia 22

Os empresários Geninho Góes e Eduardo Domingos, pais de cinco filhos adotivos (relembre aqui), acompanharam por um ano a educação dos filhos, que, por opção deles, estudam em escolas municipais de Balneário Camboriú. Por descontentamento, eles decidiram organizar uma pesquisa entre famílias para saber as impressões quanto ao desempenho do sistema educacional.

Com a iniciativa, o organizador da pesquisa, Geninho, pretende verificar o envolvimento e opinião dos pais na educação dos filhos e, também, quais aspectos precisam e podem ser melhorados. 

Os filhos do empresário possuem idades entre um e 14 anos, e a decisão de matriculá-los na rede municipal veio por questão logística e também por acreditarem que haveria qualidade necessária, de acordo com o nível de aprendizado de cada criança, além da coerência em acompanhar de perto o desempenho das escolas e contribuir para a melhoria do ensino para todos. 

“Já que a educação não pode ser terceirizada, é fundamental a participação dos pais. Por falta de mais informações que representasse a educação como um todo resolvemos agora reunir outras famílias e dar voz aos pais na educação. É uma alternativa necessária unir as responsabilidades de pais, escolas e governo no que diz respeito ao futuro das crianças”, aponta.

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Geninho é educador parental certificado e por isso defende a pesquisa

Geninho e Eduardo com os cinco filhos (Arquivo Pessoal)

Geninho se tornou um educador parental certificado pelo Positive Discipline Association com sede na Califórnia, escreveu e publicou um livro sobre parentalidade na prática, pela Editora Gente, e junto com Eduardo criaram o movimento nas redes sociais @paiciencianapratica

O empresário também faz parte de uma especialização pela Escola de Educação Positiva, um dos aspectos que motiva esta pesquisa, que visa, acima de tudo, segundo ele, proteger a criança e o adolescente. 

“Após um ano com os nossos filhos na rede pública municipal, algumas impressões sobre a necessidade de melhoria foram percebidas, como não haver calendário, vários conselhos de classe surpresa durante o ano, feriados emendados que só sabemos na semana, uniformes que não chegaram – e isso não é novidade, fora as escolas onde chove nas salas. Uma opinião isolada é apenas uma impressão, a opinião de um grupo pode ser uma constatação e o começo de uma melhoria para todos”, complementa Geninho.

Como participar da pesquisa

Para participar da pesquisa, basta os pais ou responsáveis pela criança, responder online até o dia 22 de dezembro um questionário (clique aqui) que avalia estrutura das escolas,  gestão, materiais oferecidos, aproveitamento, comunicação entre escola e  pais e outros aspectos importantes quando o assunto é educação.

Com o resultado em mãos, Geninho pretende elaborar um relatório e apresentar aos responsáveis pela educação as sugestões coletadas para possíveis melhorias.

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