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Balneário Camboriú
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Secretário diz que Educação precisa ‘enxugar’ gastos para conseguir pagar o piso nacional do magistério

O secretário de Educação de Balneário Camboriú, Marcelo Achutti, se reuniu nesta semana com representantes do Sindicato dos Servidores Municipais de Balneário Camboriú (SisemBC) para apresentar a realidade econômica da secretaria e justificar o que precisa ser feito para conseguirem pagar o piso nacional do magistério – a prefeitura precisa ‘enxugar’ gastos e isso quer dizer fazer possíveis cortes.

Achutti disse ao jornal que a reunião foi positiva e que conseguiram demonstrar o real diagnóstico em relação aos investimentos da Educação de Balneário Camboriú, bem como o valor que recebem do Fundeb, que, segundo ele, não chega a completar 50% da folha de pagamento, com a prefeitura precisando que aportar o restante. 

“Vamos passar documentos para que assim o sindicato faça a contraproposta no que diz respeito ao piso nacional. Apresentamos um enxugamento de R$ 30 milhões – que inclui remanejamento de profissionais, alguns encaminhamentos em relação à educação, como substituições, outros modos de contratação, etc, e agora vamos esperar a contrapartida do SisemBC”, explicou.

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O secretário informou ainda que, dependendo da resposta do sindicato, irão então marcar uma audiência com o prefeito Fabrício Oliveira para fazer encaminhamentos. 

Achutti afirmou que ‘está havendo diálogo’, mas que hoje só conseguem pagar o piso se enxugarem as contas, e nesse enxugamento entram cortes. 

“Não posso falar de propostas neste momento porque encaminhamos ao sindicato e precisamos da resposta deles, que deve chegar na próxima semana. Abrimos para eles todas as contas da Secretaria de Educação e eles viram de fato como está tudo. Por exemplo, o valor de investimento que temos é mínimo, e com tudo que aconteceu [ataque à creche de Blumenau], estamos precisando investir em algo emergencial, que é a segurança, com a contratação de vigilantes, que é a nossa prioridade agora, assim como a compra de detectores de metal, que vai precisar de licitação. Não que o pagamento do piso não seja uma prioridade, é também. Estamos tendo que readequar tudo”, acrescentou.

O que diz o SisemBC

Através de nota, o sindicato informou que na pauta da reunião com a Comissão de Negociação do Magistério Municipal estava uma apresentação sobre a estrutura funcional, bem como a situação econômico-financeira do Município (conforme citado acima, nesta matéria, pelo secretário Achutti). 

“Dentre os temas de maior destaque, a Comissão discutiu sobre a evolução das receitas e despesas do FUNDEB, além dos valores aplicados na manutenção do ensino básico e alternativas de redução de despesas. O sindicato acompanhou o diagnóstico apresentado pelas equipes do Município, discutiu os temas e analisará os números apresentados pelas equipes técnicas do Município. 

Na sequência, o SISEMBC relatou a importância e urgência do tema referente ao Piso Nacional do Magistério, solicitando que a próxima reunião seja realizada com a maior brevidade possível. 

A próxima reunião da comissão será agendada com a maior brevidade possível e, a partir do diagnóstico apresentado pelo município, será iniciada a construção de uma proposta que contemple o atendimento do Piso Nacional do Magistério e da Lei Complementar n. 12/2015”, informou o sindicato.

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