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MDB deve deixar a base do governo Fabrício Oliveira na próxima semana

Nesta sexta-feira (10) circularam informações sobre o desembarque do MDB da base do governo Fabrício Oliveira, indicando que o partido quer integrar a chapa majoritária montada pelo prefeito, sob pena de apoiar outra candidatura.

O suposto envolvimento do prefeito na filiação de Renato Cruz, que veio de Camboriú para o MDB de Balneário, para ser vice na chapa que Fabrício montou, revoltou Marcelo Achutti e Nilson Probst, filiados históricos em Balneário Camboriú e com longa carreira na vereança.

Fabrício tem se comportado como um “reizinho”, impondo a vontade no seu partido (PL) e querendo dar as cartas também no MDB.

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Esse comportamento, no mínimo antidemocrático, está sendo captado pelas ruas e pode levar à união de diversas correntes, em resposta a tanta arrogância.  

O que dizem Achutti e Probst

Marcelo Achutti, dissimuladamente, disse que ‘não sabe de onde vem’ a informação sobre a saída do partido da base governista e que continua como pré-candidato a prefeito pelo MDB. 

Ele lembrou que há um compromisso firmado junto ao PL, em 2023, quando o partido foi para a base de Fabrício, e que ‘segue acreditando que vai ser cumprido’. 

“Todo filiado, como o Renato, tem direito de buscar seu espaço, mas eu particularmente vejo isso (ele ser vice da chapa do PL) como um pouco difícil – não vejo ele militar dentro do MDB, não vi ele participar de nenhuma reunião do partido. O momento ainda não é de falar sobre vir de vice, ainda sou pré-candidato a prefeito. Na convenção, o MDB vai definir qual é o caminho”, disse.

Nilson Probst disse que não há nada encaminhado sobre a saída do governo e, assim como Achutti, também dissimuladamente, afirmou que segue como pré-candidato ‘aos altos da Dinamarca’. Ele salientou que ‘não abre mão de o MDB não ter candidato’. 

“Tem pessoas dizendo que o MDB não participa de eventos com o candidato do governo [Peeter], mas nós também somos candidatos, então tem motivo para não participarmos, porque eu sou pré-candidato, assim como o Achutti. Poderemos estar juntos, mas como vou participar da reunião com Peeter sendo que também sou pré-candidato? Realmente não tenho neste momento informação sobre saída do governo, mas o que houve foi desagrado com a filiação [de Renato] sem nosso consentimento. Tivemos reunião com a executiva estadual e ficou definido que não haverá nenhum tipo de interferência deles em Balneário. Sigo trabalhando em minha candidatura”, afirmou.

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Probst informou ao Página 3 que ‘claro que existe’ conversa com Juliana Pavan, mas reiterou que, na teoria, há o acordo com o PL – que quem tivesse o melhor candidato viria como prefeito e o outro como vice. 

“Mas eu vi o Peeter falando em entrevistas que não tem nada definido sobre vice, então se não tem definição, obviamente nós também não temos acordo nenhum. Eu sou pré-candidato, o Achutti diz que é, mas também trabalha a condição de vir a vereador, e eu não. Somente prefeito. Podemos compor, mas com quem? Não sei. Não tem nada a ver uma coisa com a outra – estar no governo e o encaminhamento para a eleição, são coisas diferentes. Há muitos nomes – Carlos Humberto, André Meirinho, Lucas Gotardo… todos dizem que são pré-candidatos, mas existe possibilidade de composição e ainda não sabemos como vai ser e quem vai abrir mão”, completou.

Ele citou que ‘em uma majoritária estaremos de certeza’, pois o MDB ‘é o segundo maior partido da cidade, com a segunda melhor nominata, atrás somente do PL’.

Juliana Pavan também opinou

Juliana Pavan, pré-candidata a prefeita pelo PSD, disse ao Página 3 que está ciente da situação do MDB com o governo e que ‘imaginava que a saída iria acontecer nos próximos dias’. 

Ela confirmou que ‘há diálogos acontecendo’.

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