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Caminhada contra a violência espera reunir duas mil pessoas em Balneário Camboriú, nesta quinta-feira

A Caminhada de conscientização contra a violência doméstica, em Balneário Camboriú acontece nesta quinta-feira (14), com saída às 8h da Rua 2.000 na esquina com a Avenida Atlântica. 

Organizada pela Secretaria de Inclusão Social da cidade, através do programa Abraço à Mulher, a Caminhada deveria ter acontecido há uma semana, mas foi adiada por causa da chuva.

A secretária da Inclusão Social de Balneário Camboriú, Christina Barichello, disse que na edição de 2023 participaram 3.500, mas o evento foi realizado na data original (8 de março, Dia da Mulher). 

“Como neste ano precisamos adiar alguns dias, pode ser que participem menos pessoas do que em 2023, mas esperamos pelo menos duas mil. Há muitos confirmados, membros de clubes de serviços, entidades, instituições e ONGs. Estaremos na Rua 2.000 com a Atlântica a partir das 7h e a saída está programada para às 8h, seguindo até a Praça Almirante Tamandaré. Teremos a participação de dois trios-elétricos, vai ter pronunciamento, música ligada à questão da mulher. Não é uma passeata feminista e sim humanista, contra a violência doméstica”, diz.

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Foram produzidas camisetas para a Caminhada – e quem quiser pode buscar nesta quarta (13) até às 23h na Casa da Família (R. 3100, 876 – Centro), ou a partir das 7h na Rua 2.000 – porém, a secretária informa que não sabe se na hora ainda haverá muitas camisetas. 

“Será um momento de reflexão, pois a violência, seja ela física, psicológica, financeira ou sexual, reflete em todas as questões, pois você não consegue fazer nada se não está bem em casa. Vejo que não necessariamente aumentou a violência e sim que estamos finalmente falando mais, denunciando mais. Sempre existiu a violência nos lares, mas era deixado de lado, as pessoas não falavam, normalizavam”, acrescenta, citando que há até mesmo violência com meninas, que quando nascem precisam ouvir ‘deu zebra, nasceu mulher’.

(Divulgação/PMV-BC)

Grupos para agressores em abril na Casa da Família

Christina lembra que a violência doméstica acontece no mundo todo e que infelizmente o agressor normalmente é quem deveria estar protegendo a mulher dos abusos – por isso, ela considera muito importante que todos participem, não somente as mulheres, mas também os homens. 

“Serão duas horas para as pessoas pararem e refletirem. A Caminhada será o momento para selar a programação que iniciou no começo do mês – tivemos palestras, difundimos o movimento do ‘não é não’, falamos da importância de ter relacionamentos saudáveis, a importância da saúde mental nisso – pois se o João bate na Maria, a Maria pode se separar, mas o João vai bater na próxima namorada, a Flávia, porque ele é doente e precisa de tratamento. Por isso, vamos lançar em abril, na Casa da Família, um grupo para tratamento e reflexão dos homens que são agressivos. Em breve divulgaremos mais informações”, acrescenta.

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