É falso que Pavan tenha desviado 30 milhões e que possa ser proibido de assumir o cargo de prefeito

O Ministério Público não fala em desvios e sim em liberação irregular de recursos para entidades.

- Publicidade -
- Publicidade -

O segredo mais bem (mal) guardado do governo Ju Pavan

Atualizado: secretária deve deixar o cargo logo após a eleição.

Após reclamações sobre gestão do CEM Vereador Santa, Educação diz que apura relatos e anuncia gabinete na escola

Pais, mães e professores procuraram o Página 3 após reportagem sobre problemas estruturais. A partir de segunda-feira (28), comunidade poderá apresentar demandas diretamente a diretores da Secretaria de Educação

Projeto aprovado na Câmara de Balneário Camboriú gera discussão sobre volta da ‘indústria da multa’

Sistema poderá utilizar veículos com câmeras para fiscalizar estacionamento, mas forma de implantação ainda será definida, afirma Evaldo Hoffmann

Leia também

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

São falsas as afirmativas contidas em reportagem assinada por Pedro G. da Rosa, proprietário do portal Click Camboriú, que os ex-governadores Leonel Pavan e Luiz Henrique da Silveira, além dos ex-secretários estaduais Gilmar Knaesel, Guilberto Chaplin Savedra, Valdir Rubens Walendowsky e Cleverson Siewert, tenham “desviado R$ 30 milhões” ou que Pavan, caso condenado, seja impedido de assumir a prefeitura de Camboriú, no caso de vitória na eleição.

Os citados são réus numa ação que aponta supostas irregularidades administrativas, no ano de 2010, na liberação  de recursos para entidades realizarem eventos, no âmbito do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, ao Turismo e ao Esporte.

É um processo em andamento, com o Ministério Público acusando e os réus se defendendo. 

O Ministério Público não fala em desvios e sim em liberação irregular de recursos para entidades.

Ao contrário do que afirma a reportagem publicada no portal Click Camboriú, se condenados os réus não perdem os direitos políticos ou se tornam inelegíveis, pois o processo está em primeiro grau e a perda de direitos só ocorreria se houvesse condenação em segundo grau ou superior, o que demoraria possivelmente mais uma década, na hipótese de ocorrer.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas