Relatório assinado pelo novo diretor técnico da Emasa, Alexandre Guislote Motta, mostra que a autarquia de água e esgoto de Balneário Camboriú está apostando na tentativa de recuperar a lagoa de aeração, onde foram aplicados R$ 4 milhões, sem resultado positivo, o que levou à poluição da praia central na última temporada.
É uma aposta arriscada, porque o resultado do esforço para recuperar a lagoa, se tudo correr bem, só será conhecido em novembro, às portas da temporada de verão.
De certa forma, foi a melhor opção, pois a ideia alterar o sistema de tratamento, com tanques de concreto, condenaria a cidade a pele menos mais uma temporada de verão sem tratamento adequado de esgoto.
O relatório mostra também que providências que a Emasa deveria ter tomado, só estão acontecendo agora em decorrência de multas milionárias aplicadas pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e pressão enérgica do Ministério Público.

