O Greenvalley foi eleito o 2º melhor club do mundo em 2026 pelo ranking Top 100 Clubs, da DJ Mag, um dos principais termômetros globais da indústria de entretenimento eletrônico. O primeiro lugar ficou com o UNVRS, localizado em Ibiza, na Espanha.
O resultado mantém o clube catarinense entre os gigantes do setor e amplia para 16 anos consecutivos sua presença no ranking, com 11 aparições no pódio e cinco lideranças ao longo da história, consolidando o Greenvalley como o club mais premiado do planeta.
“Competir em real contra operações que trabalham em euro e dólar é disputar um campeonato em condições desiguais. Ainda assim, cada posição que conquistamos reforça a capacidade do Brasil de entregar experiências no mais alto nível global”, afirma Eduardo Philipps, sócio do Greenvalley.

Com cerca de 16 eventos por ano e mais de 90 artistas internacionais em sua programação, o club mantém um calendário alinhado ao circuito global, operando em escala comparável à de grandes polos como Ibiza. O desempenho se destaca mesmo em um cenário econômico desafiador, com o dólar na faixa de R$ 5,15 e o euro a R$ 5,88.
“O ranking é uma consequência. O foco diário está na experiência: investir em som, luz, curadoria e, principalmente, na conexão com o público. É isso que sustenta nossa relevância ao longo do tempo. O Brasil tem uma cena consolidada, público e demanda. O que estamos vendo agora é o reconhecimento internacional de um mercado que amadureceu e passou a competir de igual para igual com os principais hubs do mundo”, completa Philipps.
A força do Brasil no ranking também se reflete na presença de outros nomes de destaque: o Laroc Club, de Valinhos, aparece na 7ª posição e o Surreal Park, também de Camboriú, figura na décima posição, reforçando o país como um dos principais polos globais da música eletrônica. Já o D-Edge, de SP, ocupa a 35ª colocação, enquanto o Warung Beach Club, da Praia Brava de Itajaí, aparece na 46ª posição.
A trajetória do Greenvalley no ranking da DJ Mag evidencia a capacidade de operações brasileiras competirem em mercados dolarizados. Ao manter consistência, escala e relevância no topo global, o club se consolida como um dos principais cases da economia criativa nacional, projetando o Brasil no cenário internacional do entretenimento.

