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Pesquisador da Univali é um dos autores de estudo inédito sobre mergulho científico no Brasil

Artigo publicado na plataforma Scielo apresenta panorama da atividade no país

O professor e pesquisador da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Ewerton Wegner, é um dos autores do artigo “Mergulho científico no Brasil: história, presente e perspectivas”, que fala sobre a importância da atividade de mergulho para a ciência do país. 

O estudo publicado recentemente é uma iniciativa do Grupo de Trabalho de Mergulho Científico e tem a participação de estudiosos e mergulhadores de 26 instituições, do Brasil e do exterior.

Em treinamento na piscina da Univali (Foto Laboratório de Mergulho Subaquático Univali)

Ewerton é responsável pelo Laboratório de Mergulho Subaquático (LMS) da Univali há 28 anos. Ele também é professor e pesquisador da Escola Politécnica.

O professor pesquisador, Ewerton Wegner (Foto Laboratório de Mergulho Subaquático Univali)

“O trabalho publicado mostra um histórico de como o mergulho científico aconteceu no Brasil. A participação da Univali se dá através da formação de mergulhadores científicos por meio de disciplinas de Mergulho autônomo e mergulho científico nos cursos de Oceanografia e Biologia, a criação do Centro de Mergulho científico Univali/CMAS juntamente com a CMAS (Confederação Mundial de Atividade Subaquáticas), a existência do Laboratório de Mergulho Científico que presta serviços para diversas demandas”, disse o pesquisador.

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A Univali possui o único centro de formação de mergulhadores científicos do país.

Mergulho científico: o que é?

Ewerton explicou que o mergulho científico é quando os  pesquisadores fazem uso de equipamentos, que podem ser de mergulho livre ou com equipamento SCUBA (self contained Underwater breathing aparatus) para entrarem no ambiente aquático para realizarem suas pesquisas. 

“Essa é uma modalidade que se iniciou na década de 1950 nas universidade americanas, principalmente em San Diego CA. e foi uma verdadeira revolução nas áreas das pesquisas oceanográficas e da biologia marinha. O chamado mergulho científico permitiu que cientistas e pesquisadores pudessem realizar experimentos, fazerem observações, coleta de dados in loco, ou seja dentro da água, submersos”, explicou.

Ewerton segue explicando que o mergulho é uma atividade de risco (ambiente é hiperbárico e existe a necessidade de equipamento de suporte vital) e o ambiente marinho, lacustre ou espeleológico apresenta diversas dificuldades para a realização de operações de mergulho.

“Para que esses mergulhos acontecessem de forma segura, foram criados padrões e regulamentos que garantam a eficiência dos trabalhos, a segurança dos cientistas mergulhadores”, salientou.

Segundo o pesquisador, o artigo também trata sobre o ensino e formação de novos pesquisadores com essa habilidade e sobre a necessidade de reconhecimento, regulamentação e investimento na área e de questões relacionadas à segurança dos praticantes. 

Treinamento dos mergulhadores na piscina da Univali (Foto Laboratório de Mergulho Subaquático Univali)

Univali, pioneira na formação de mergulhadores científicos

Desde 1995, a Univali dispõe do Laboratório de Mergulho Subaquático (LMS), um centro de formação de mergulhadores, localizado no campus Itajaí. 

Em 2004, a estrutura foi ampliada passando a contar também com o Centro de Mergulho Científico (CMAS/Univali), que realiza desde a formação de mergulhadores científicos até a prestação de serviços relacionados à atividade.

A Universidade integra o GT de Mergulho Científico, que tem como missão organizar, integrar, harmonizar e regulamentar a atividade no âmbito acadêmico nacional. 

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O núcleo foi criado pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências do Mar (PPGMAR) que, por sua vez, é vinculado à Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm), iniciativa que visa consolidar a formação de recursos humanos qualificados na área de ciências do mar.

O estudo “Mergulho científico no Brasil: história, presente e perspectivas” foi publicado em inglês e está disponível, para leitura e consulta, na biblioteca virtual Scielo – Scientific Electronic Library Online: clique aqui.

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