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Balneário Camboriú
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Programa de Apoio ao Imigrante, de Balneário Camboriú, recebe Prêmio de Boas Práticas 

O município foi reconhecido pelo atendimento e acolhimento que proporciona a estas pessoas que chegam de vários países 

O programa Proteção Global – Apoio ao Imigrante, da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social de Balneário Camboriú, recebeu na quinta-feira (28) o Prêmio de Boas Práticas, entregue no Congresso de Municípios, Associações e Consórcios de Santa Catarina (COMAC), que acontece na Arena Opus, em São José. 

O evento é organizado pela Federação dos Consórcios, Associações e Municípios de Santa Catarina (FECAM), e tem como foco a inovação, a sustentabilidade e a gestão eficiente nos municípios.

A secretária Christina com o prêmio (Divulgação/PMBC)

A secretária de Inclusão Social de Balneário Camboriú, Christina Barichello, explica que de 302 municípios, Balneário foi um dos 50 escolhidos pelo trabalho que é feito junto aos imigrantes, através do programa Proteção Global, que é desenvolvido na Casa da Família.

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“Recebemos imigrantes do Afeganistão, Venezuela, Paraguai, Argentina, Uruguai, Cuba, Haiti, Porto Rico, República Dominicana, dentre outros lugares. Fomos reconhecidos pelo atendimento que fazemos – desde que a pessoa chega, muitas vezes só com documento do Consulado, falam somente o idioma nativo, como o persa no caso dos afegãos, tem toda a questão do choque cultural, por estarem mudando de país, deixando toda a vida e a rede de apoio”, relata.

Em 2022 o prefeito Fabrício Oliveira pediu um programa que abraçasse essas pessoas, através de política pública de acolhimento, com atendimento psicológico, assistencial, aula de portugues para imigrantes que acontece na Casa da Família, além de assistência para matricular crianças na escola, acompanhamento médico necessário e encaminhamento para o mercado de trabalho, através do SIME. 

A coordenadora Alda com uma família estrangeira (Divulgação/PMBC)

“Não basta somente dar os primeiros passos, tem que acompanhar a família. Por exemplo, um homem afegão tinha experiência na alta costura e queríamos algo nessa área. Conseguimos emprego em uma fábrica de biquinis, onde a proprietária e a gerente são mulheres. Deve ter sido um choque cultural, mas ele está conseguindo se adaptar. Eles preferem estar aqui, porque o Brasil e Balneário são a chance de recomeço. E aqui conosco ainda conseguem encontrar esse suporte emocional, de trabalho e renda, e apoio na questão do idioma. Damos todo esse acolhimento 360º, em todas as áreas, além dos benefícios econômicos que recebem como cartão social, cartão maternidade, e a possibilidade de ficarem nos centros de convivência, como Casa da Família e CRAS”, completa.

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