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Cerca de 300 pessoas participaram, na tarde desta segunda-feira (8), de uma reunião pública sobre a lei que regulamentará o uso da faixa de areia para esporte e eventos (relembre aqui) e a redução das mais de 300 quadras fixas de beach tennis existentes hoje na orla para no máximo 140. 

O presidente da Fundação Municipal de Esportes de Balneário Camboriú, Diogo Catafesta, explicou que tudo correu de forma tranquila. 

“Apresentamos a nova organização da orla, em relação ao número de quadras, conversamos sobre a quantidade de hoje. As pessoas entenderam, deram suas opiniões, e decidimos marcar uma audiência pública nas próximas semanas. Os vereadores compareceram em peso e audiência foi um pedido deles, e eu concordo com a importância de ter uma nova roda de conversa sobre esse PL, para torná-lo de conhecimento de todos”, disse.

Segundo Catafesta, participaram da reunião desta segunda-feira grupos de praticantes de esporte como vôlei, beach tennis e futevôlei. 

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Ele comentou que ‘foi bacana’ a discussão e que todos entenderam que tem que haver intervenção para organizar pontos como a quantidade de quadras, regras de uso, horários de uso e a questão da poluição visual. 

“Foi colocada a necessidade de atualizar a lei dos horários de uso, pois a última lei é de 2015. As pessoas queriam entender melhor – quem mais ficou em dúvida foram os grupos grandes que têm muitas quadras próximas e explicamos que não vai mais ser dessa form, porque temos que respeitar o uso da faixa de areia pelo público também, as pessoas que simplesmente querem desfrutar da praia”, acrescentou. 

O presidente afirmou que ‘todo mundo vai ter que se adequar’ e que na reunião ninguém se manifestou sobre a questão da cobrança de aulas no espaço público – no caso, a praia, mas que foi falado sobre a necessidade dos professores se credenciarem com a prefeitura. 

“Deixamos claro que a fiscalização é do Conselho Regional de Educação Física de Santa Catarina (CREF), por isso que é importante a audiência pública, até para a ver a obrigação de ter ou não CREF, por exemplo. Algo que já vemos como definido é que vai ter espaço para ter aulas, mas que os profissionais terão que estar habilitados junto à prefeitura e com alvará para executar seu trabalho”, completou Catafesta.

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