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Balneário Camboriú

Inclusão Social realiza Censo sobre população de rua de Balneário Camboriú

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A Secretaria da Inclusão Social está fazendo um Censo sobre a População de Rua e nos três dias em que o trabalho iniciou, atendeu 80 pessoas. A secretária da pasta, Christina Barrichello, disse que o censo servirá para quantificar e investigar as características sócio econômicas e principalmente a dependência química desta população. Mas o objetivo maior é criar políticas públicas, em parceria com as secretarias da Saúde e da Segurança.

“Com este levantamento em mãos, ver quais as políticas públicas que serão colocadas à disposição destas pessoas. Sabemos que Balneário Camboriú é uma cidade que atrai turistas, mas também atrai essa população, porque temos um serviço que atende e além disso, temos uma população muito caridosa, que dá esmola e quando isso acontece, estamos financiando tráfico e estimulando que estas pessoas continuem nas ruas, o que não é bom para elas, nem para uma cidade que vive do turismo”, destacou Christina.

As entrevistas são feitas pelos jovens que trabalham no Programa Bem Estar da Família e receberam capacitação para fazer o Censo.

“Tem histórias tristes, que comovem, tem muitos jovens, tem idosos, advogados, pessoas que já trabalharam como chefe de segurança em empresas, programador de máquinas.O que se percebe são rupturas na vida destas pessoas, mas elas precisam entender que Balneário Camboriú não é o destino. O destino delas é voltar a conviver com a família, ter um projeto de vida”, segue a secretária.

Ela disse que a situação é complicada e difícil, porque a droga está acometendo todas as idades e todas as classes sociais. Sem falar que muitos têm problemas com a justiça.

“A situação sai um pouco daquele estigma de que o morador de rua é aquele miserável, pobrezinho. Através deste censo vamos trazer a Saúde para trabalhar com a gente, porque a assistência social não tem a expertise nem é o foco dela, trabalhar com a dependência química, isso é uma questão de saúde pública. Assim como as pessoas que têm conflitos com a lei, é com a segurança pública. Assim que tivermos esses dados vamos nos reunir com a Saúde e a Segurança pública em busca de uma política pública para esta área muito mais forte do que temos hoje na cidade”, resumiu Christina.

A equipe do bem estar

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