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Apple x China, startup de congelados à base de mandioca capta R$ 20 mi e o que importa no mercado

*APPLE X CHINA*

As ações da Apple sofreram um baque na última semana após a revelação de sanções chinesas ao uso do iPhone por servidores do governo e de empresas estatais.

Os papéis da empresa mais valiosa do mundo recuaram 6,8% entre quarta (6) e quinta (7), antes de fecharem estáveis na sexta (8). A queda tirou um pedaço de quase US$ 200 bilhões de valor de mercado da companhia da maçã.

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O que explica: reportagens publicadas por Wall Street Journal e Bloomberg noticiaram que as autoridades chinesas proibiram os funcionários públicos de usarem iPhone e celulares de outras marcas estrangeiras durante o trabalho.

A decisão foi avaliada como mais uma medida de Pequim para limitar a influência de tecnologia estrangeira no país.

É considerada também como uma espécie de resposta à decisão do governo dos EUA de fevereiro que determinou a exclusão do aplicativo chinês TikTok de dispositivos federais.

O momento para a proibição chinesa também importa:

No fim de agosto, a fabricante local Huawei lançou o Mate 60 Pro, dizendo ser o smartphone mais potente que já produziu;

Na próxima terça (12), a Apple deve anunciar o novo modelo do iPhone e outros dispositivos.

Apple x China: a maior fábrica de iPhones no mundo está sediada no gigante asiático, mas a decisão do governo de agora pode acelerar um processo de saída gradual do país que a fabricante americana já vinha tocando.

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A transição foi acelerada no fim do ano passado, quando a política local de Covid zero fechou a fábrica de Zhengzhou e afetou a produção da Apple.

A americana já tem um país preferido para diversificar sua produção: a Índia.

Além de gerar menos dor de cabeça geopolítica, o país deve se tornar neste ano o mais populoso do mundo, representando um mercado consumidor importante para a Apple.

*O QUE MUDA COM KOPENHAGEN NAS MÃOS DA NESTLÉ*

A compra da Kopenhagen pela Nestlé, anunciada na quinta (7), irá colocar a multinacional no segmento de rede de lojas de chocolates e café, mas as marcas seguirão operando de forma independente, disseram as empresas.

O valor da aquisição não foi divulgado, e a expectativa é que o negócio seja concluído em 2024.

O que pode mudar para o consumidor: os brasileiros devem perceber um aumento no número de lojas de Kopenhagen, Brasil Cacau e unidades do Kop Koffee.

O plano é triplicar as unidades até 2026, chegando a 3.000 no país.

Por seguirem independentes, as lojas de chocolates e café não devem vender marcas da Nestlé.

Regulatório: a multinacional suíça levou 21 anos para ter sua aquisição da brasileira Garoto aprovada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Os especialistas afirmam, porém, que a compra da Kopenhagen não deve enfrentar os mesmos empecilhos.

São apontados como motivos a parcela menor da brasileira no mercado nacional de chocolates e as características dos negócios da rede, diferentes do modelo da Nestlé.

História da Kopenhagen: fundada em 1928 pelo casal de imigrantes da Letônia Anna e David Kopenhagen, a empresa se expandiu pelo Brasil, com lojas físicas e uma rede de franqueados.

Em 1996, houve troca de controle e a empresa foi adquirida pelo grupo CRM. Veja aqui momentos-chave da história da companhia.

*STARTUP DA SEMANA: NUU*

A startup: fundada em 2016, em Patos de Minas (MG), é uma foodtech (startup do setor alimentício) de alimentos regenerativos à base de mandioca.

O nome da empresa vem da gíria mineira “nuu”, abreviação de “nossa!”, e, segundo a startup, refere-se a um produto “nu”, sem glúten, corantes e aromatizantes.

Em números: a Nuu anunciou um aporte de R$ 20 milhões em uma rodada série A (entenda aqui as etapas de investimento em startups). Foi a primeira captação da startup.

Quem investiu: a rodada foi liderada pelo fundo de impacto EcoEnterprises e também teve participação de gestoras como CamelFarm Capital, Newlin, MadFish e Bioma Food Hub, e investidores-anjos, entre eles GV Angels e Gávea Angels.

Três mulheres brancas com camisetas brancas seguram caixas de papelão da Nuu, com dizeres “pizza de paõ de queijo” “Nuu o pão de queijo”

Que problema resolve: a Nuu aposta em diferentes receitas feitas a partir da mandioca, uma raiz brasileira e base da culinária indígena.

Entre os itens produzidos na fábrica da startup, em Patos de Minas, estão o pão de queijo, palitinhos de tapioca, pizza de massa de pão de queijo (polvilho de mandioca) e o dadinho de tapioca do chef Rodrigo Oliveira, do restaurante Mocotó, criador da receita original.

Os produtos da Nuu também estão em grandes redes do varejo e em apps de delivery de alimentos.

Por que é destaque: a empresa projeta crescer 8 vezes em 2 anos, chegando a 6 mil pontos de venda. Seu plano de expansão é apoiado na sustentabilidade, o que a rendeu um reconhecimento ONU como uma das 50 empresas que lideram o movimento de alimentação regenerativa no mundo.

A startup, que tem toda a equipe executiva formada por mulheres, trouxe nomes experientes do varejo como consultores para os próximos passos: Rodrigo Monteiro (Zee.Dog), André Mendes (ex- Johnson & Johnson), Rodolfo Chung (ex-Zé Delivery), Marina Andreazi, (Amazônia XUA) e Nathalie Prado (EcoEnterprises Fund).

*AS APOSTAS DAS CORRETORAS INDEPENDENTES*

Em um cenário de consolidação de corretoras de investimentos nos últimos anos, ainda existem casas que operam de forma independente, sem vínculos com grandes instituições financeiras ou investidores estrangeiros.

Para enfrentar os pesos-pesados do mercado, as apostas envolvem serviços mais personalizados e voltados a clientes que não estejam no centro da estratégia das rivais.

A Genial Investimentos tem 1,2 milhão de clientes e R$ 170 bilhões em ativos sob custódia.

Ela aposta em uma maior oferta de serviços, que envolve, além das tradicionais áreas de corretagem e gestão de recursos, uma área de cartões e plataformas para investir no exterior –esses dois últimos ainda a serem lançados.

A Nova Futura tem 150 mil clientes, que somam cerca de R$ 7 bilhões em ativos sob custódia.

Ela anunciou recentemente uma área para atender clientes com recursos entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões, que não necessariamente estão no alvo dos serviços de gestão de recursos das líderes de mercado.

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