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Balneário Camboriú
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Acusado de homicídio foi solto porque polícia e Ministério Público não pediram prisão preventiva

Um delegado da Polícia Civil de Balneário Camboriú protestou, em mensagens enviadas à redação do jornal, sobre reportagem publicada pelo Página 3, neste sábado, que em um trecho afirmava que “mesmo tendo cometido uma tentativa de homicídio, o homem foi liberado pela polícia”.

Houve um erro de informação por parte do jornal, o homem, um morador de rua que atacou com faca um comerciante na Avenida Atlântica, foi solto pela justiça, e não pela Polícia Civil, durante a audiência de custódia.

Ele foi solto porque nem a Polícia Civil, nem o Ministério Público, pediram que sua prisão, que ocorreu em flagrante, fosse transformada em preventiva e com isso o juiz, como consta na transcrição da audiência, não pode determinar a prisão.

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Consultado, mais uma vez o secretário de Segurança de Balneário Camboriú, Gabriel Castanheira, reclamou sobre o fato da Guarda Municipal e Polícia Militar prenderem, mas  acusados de crimes retornarem rapidamente às ruas.

Abaixo a transcrição da audiência:

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