Servidor do IFC Camboriú é afastado após ser detido em operação contra exploração infantil

Página 3 no Instagram
- Publicidade -
- Publicidade -

Leia também

O segredo mais bem (mal) guardado do governo Ju Pavan

Atualizado: secretária deve deixar o cargo logo após a eleição.

Corretora de Balneário Camboriú disputa herança de até R$ 1 milhão em novo reality

Myriã Mendes está entre os 13 participantes de “Herança em Jogo”, que estreia nesta sexta-feira (25), no Globoplay, com Rodrigo Faro e Susana Vieira

Projeto aprovado na Câmara de Balneário Camboriú gera discussão sobre volta da ‘indústria da multa’

Sistema poderá utilizar veículos com câmeras para fiscalizar estacionamento, mas forma de implantação ainda será definida, afirma Evaldo Hoffmann
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

O Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Camboriú se manifestou oficialmente após a detenção de um servidor da instituição durante a Operação Infantius, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio do CyberGAECO, em fevereiro (saiba mais aqui). A ação investiga crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes no ambiente digital.

Segundo o IFC, o servidor foi afastado imediatamente de suas funções para a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD). A medida, conforme a instituição, visa garantir a segurança da comunidade acadêmica, especialmente dos estudantes.

O Página 3 apurou que o investigado atuava como profissional técnico na área de agroindústria, não sendo professor. Ainda de acordo com a apuração, por se tratar de um caso em investigação, a instituição não pode realizar a exoneração neste momento, seguindo os trâmites legais previstos.

Em nota, o IFC destacou que adotou todas as providências cabíveis no âmbito administrativo e reforçou seu repúdio a qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes. A instituição também reiterou seu compromisso com a proteção da infância e da juventude, ressaltando que não tolera condutas que atentem contra a integridade física, psicológica e moral desse público.

O instituto afirmou ainda confiar no trabalho das autoridades responsáveis pela investigação e no devido processo legal, colocando-se à disposição para colaborar com os órgãos competentes. O nome do servidor não foi divulgado, em razão do sigilo do processo.

- publicidade -
Clique aqui para seguir o Página 3 no Instagram
Quer receber notícias do Página 3 no whatsapp? Entre em nosso grupo.
- publicidade -
- publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -

Últimas