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Projeto que cria a Semana da Diversidade em Balneário Camboriú deve ser votado em duas semanas

Aprovação será um desafio, considerando que boa parte do Legislativo é direitista e homofóbico

O projeto do vereador Eduardo Zanatta, que propõe a criação da Semana da Diversidade em Balneário Camboriú, foi discutido pela primeira vez na sessão de quarta-feira (22), na Câmara. A expectativa é de que o PL entre em votação daqui duas semanas. O vereador defende a importância do projeto, mas reconhece que a aprovação será um desafio.

Votação em duas semanas

Zanatta disse que a apresentação do projeto foi ‘tranquila’ e que não houve nenhum debate porque foi a primeira discussão. Porém, tudo pode mudar na votação do PL – que deve acontecer em duas semanas. Ele diz que está recebendo grande apoio das associações, entidades e famílias LGBTQIA+ da cidade, que inclusive o auxiliaram na construção do projeto. A Semana da Diversidade de Balneário Camboriú, seria realizada anualmente no mês de novembro (mês tradicional na cidade quando acontece eventos como a Marcha e Parada pela Diversidade).

Potencial turístico

O vereador comenta que o projeto visa regulamentar para que Balneário Camboriú possa ter todo o potencial turístico para acolher a comunidade LGBTQIA+, não só com a manifestação (Parada/Marcha pela Diversidade), mas também voltado ao turismo. 

“O foco é fazer uma única grande Parada/Marcha, onde todas as entidades façam parte da organização, para que a gente não tenha questões de disputa de organização e possa até dar segurança jurídica para a comunidade. Esperamos que os moradores possam dar apoio, porque Balneário tem potencial para ter uma das maiores Paradas do Brasil”, informa.

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Semana combate a homofobia, que é crime no Brasil

Zanatta defende ainda que a Semana é importante também como um processo de educação, informação e formação no combate à LGBTfobia, algo muito presente em Balneário Camboriú – e inclusive possível de ser visualizado nos comentários das redes sociais do Página 3 em qualquer matéria envolvendo a comunidade LGBTQIA+. 

“A população precisa entender que não é questão de aceitar ou não, é questão de respeito. Homofobia é crime e a Semana visa contribuir para esse debate. Tem vereadores que já se manifestaram na tribuna contrários a acontecer mais de um evento (como neste ano aconteceu em dois domingos seguidos, a Marcha e a Parada), mas não se manifestaram contrários à manifestação. A Semana da Diversidade vem para organizar isso, para que tenhamos uma programação durante a semana e ao final a Parada/Marcha para encerrar”, completa.

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