Vereador Teco propõe programa de apoio a famílias atípicas e cuidadores em Balneário Camboriú

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Após a reportagem do Página 3, estudante apresentou novas informações sobre o conteúdo atribuído ao grupo; direção do Cesfi afirma que não teve acesso aos celulares ou às conversas e diz que, até o momento, apuração se baseia em 16 áudios com relatos.

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O vereador Alessandro Teco (DC) apresentou uma indicação à Prefeitura de Balneário Camboriú sugerindo a criação do Programa Municipal “Cuidando de Quem Cuida”, voltado ao acolhimento e suporte de famílias atípicas e cuidadores que dedicam sua rotina ao atendimento de pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA), síndromes, doenças raras e outras condições que exigem acompanhamento contínuo.

A proposta prevê que o município realize estudos para implantar uma política pública voltada à promoção de ações de orientação, apoio emocional, acompanhamento psicossocial e fortalecimento da rede de suporte a esses familiares.

Segundo Teco, embora existam iniciativas voltadas às pessoas com deficiência e necessidades específicas, também é fundamental olhar para aqueles que assumem a responsabilidade diária do cuidado.

A indicação destaca que muitos pais, mães, avós e responsáveis enfrentam uma intensa sobrecarga física, emocional e financeira, frequentemente abrindo mão da carreira profissional, da vida social e do próprio autocuidado para garantir o atendimento adequado aos familiares.

Entre as ações que poderiam ser desenvolvidas pelo programa estão acolhimento psicológico, orientação social, grupos terapêuticos, rodas de conversa, palestras, capacitações, atividades voltadas ao bem-estar e encaminhamentos para atendimentos especializados.

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A proposta também prevê a integração entre as secretarias municipais de Saúde, Educação e Assistência Social, além de parcerias com entidades da sociedade civil, com o objetivo de oferecer um atendimento multidisciplinar e mais humanizado às famílias atípicas.

Na justificativa, o vereador ressalta que o bem-estar dos cuidadores tem impacto direto na qualidade da assistência prestada, no desenvolvimento da pessoa assistida e no equilíbrio familiar. Para ele, iniciativas voltadas a esse público ajudam a prevenir o adoecimento emocional, a exaustão física e mental e o isolamento social frequentemente enfrentados por quem dedica grande parte da vida ao cuidado de outra pessoa.

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