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Balneário Camboriú

Balneário Camboriú está entre os 115 municípios infestados pelo mosquito da dengue

É preciso redobrar cuidados mesmo no frio

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O Programa Municipal de Combate a Dengue tem registro de 965 focos do mosquito Aedes aegypti em Balneário Camboriú e 24 casos de dengue autóctones (contraídos no município), 26 indeterminados, dois importados, 44 em investigação de dengue e um caso indeterminado de Chikungunya, até esta quarta-feira (9).

(Divulgação)

Com estes números Balneário Camboriú está entre os 115 municípios catarinenses considerados infestados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC).

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A diretora de Vigilância Ambiental de Balneário Camboriú, Eliane Guedes Casatti lembrou que toda região tem casos de dengue, com destaque para Camboriú com 167 casos autóctones e Itajaí com 143, e que é preciso redobrar a prevenção. Muitas pessoas relaxam os cuidados quando a temperatura baixa.

“Mesmo nos dias frios, a população deve ter os cuidados em relação a eliminação de criadouros para o Aedes”, recomendou.

Os agentes estão realizando visitas nesta semana nos bairros da Barra e Municípios. Nos casos positivos é aplicado o fumacê naquela região.

Em Santa Catarina

De acordo com o último boletim da DIVE/SC, Santa Catarina tem 39.376 focos em 217 municípios, do início do ano até 29 de maio. Comparando com o mesmo período de 2020, quando foram identificados 19.740 focos em 184 municípios, verificou-se um aumento de 99,5% no número de focos detectados.

Até 29 de maio foram notificados 23.070 casos de dengue em Santa Catarina. Do total de casos confirmados até esta data, 9.578 são autóctones (transmissão dentro do estado).

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Três municípios em todo o Estado são considerados em situação de epidemia: Joinville, que tem 8.436 casos autóctones; Navegantes com 354 casos autóctones e Santa Helena com 48 casos autóctones.

Sinais e sintomas dengue

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40° C) de início abrupto, que tem duração de 2 a 7 dias, associada à dor de cabeça, fraqueza, a dores no corpo, nas articulações e no fundo dos olhos. Manchas pelo corpo estão presentes em 50% dos casos, podendo atingir face, tronco, braços e pernas. Perda de apetite, náuseas e vômitos também podem estar presentes.

Com a diminuição da febre, entre o 3º e o 7º dia do início da doença, grande parte dos pacientes recupera-se gradativamente, com melhora do estado geral e retorno do apetite. No entanto, alguns pacientes podem evoluir para a forma grave da doença, caracterizada pelo aparecimento de sinais de alarme, que podem indicar o deterioramento clínico do paciente.

Como prevenir

  • Evitar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;
  • Guardar garrafas com o gargalo virado para baixo;
  • Manter lixeiras tampadas;
  • Deixar os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
  • Redobrar atenção em plantas como bromélias, pois acumulam água;
  • Tratar a água da piscina com cloro e limpar uma vez por semana;
  • Manter ralos fechados e desentupidos;
  • Lavar com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
  • Retirar a água acumulada em lajes;
  • Dar descarga, no mínimo uma vez por semana, em banheiros pouco usados;
  • Manter tampa do vaso sanitário fechada;
  • Não acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;
  • Denunciar a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;

Caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou zika vírus, procure uma unidade de saúde para o atendimento.

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