A diretora do departamento de Educação Especial e Paradesporto da Secretaria de Educação de Balneário Camboriú, Evori Santina Kaminski, disse que a expectativa é realizar o projeto BC + Inclusa na Educação, anualmente na cidade, mas é algo que ainda está sendo discutido e alinhado.
A primeira edição aconteceu neste domingo (31) com cerca de 80 participantes, na Avenida Atlântica (trecho entre a praça Almirante Tamandaré e a Rua 2300). O Pernas Solidárias é um projeto que nasceu há 10 anos em Joinville e que hoje já está presente em 32 cidades pelo país.

Evori destacou a importância do projeto que traz visibilidade ao público da educação especial.
“Nos sentimos muito honrados enquanto Secretaria de Educação e Departamento de Educação Especial e Paradesporto, porque a inclusão não acontece só na escola, ela acontece em todos os espaços e trabalharemos arduamente para que no próximo ano nós tenhamos a segunda edição do BC + Inclusa na Educação, juntamente com o projeto Pernas Solidárias”, disse a diretora.
Além dos alunos da Educação Especial do município, o evento contou também com a participação de pessoas atendidas por entidades como a Associação de Amigos do Autista (AMA), a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e a Amor pra Down.

A prefeita Juliana Pavan participou do evento e definiu como um momento de solidariedade e de amor em movimento.
“Pela primeira vez, a cidade recebe uma iniciativa como esta, promovida pela Secretaria da Educação e que encerra a Semana da Inclusão. Realmente vai ficar marcado na história de Balneário Camboriú. Estou muito feliz de participar desse momento”, disse.

A secretária de Educação, Maria Ester Menegasso, explicou que o evento foi a celebração da inclusão, da empatia e da diversidade em Balneário Camboriú e que o BC + Inclusiva foi a prova de que, quando une-se educação, esporte e compromisso social, é possível transformar vidas.
“As pessoas que participaram desse momento estão dizendo para o mundo: ‘eu posso, eu pertenço, eu sou capaz’. Todos juntos podemos fazer uma BC mais inclusiva, onde cada ser humano tem o seu espaço, tem a sua voz e tem a sua vez”, ressaltou.

