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Tribunal de Contas busca solução para custeio do Hospital Municipal de Balneário Camboriú

Prefeito Fabrício disse que sem ajuda a situação pode complicar

Desde que abriu as portas, o Hospital Municipal Ruth Cardoso atende toda a região e não recebe ajuda para isso, nem do Estado e nem dos municípios vizinhos. Já houveram audiências, reuniões e manifestações, mas nada mudou.

Dado Cherem (C)reuniu prefeitos de Balneário e Joinville (Foto Divulgação/PMBC )

O prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira está cada vez mais preocupado com o problema e a convite do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE/SC), Luiz Eduardo Cherem (Dado) apresentou a situação em Florianópolis, nesta quinta-feira (7). 

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O vice-presidente do Tribunal, conselheiro Herneus De Nadal participou da reunião que também registrou a presença do prefeito de Joinville, que enfrenta problema semelhante ao de Balneário. Secretários municipais da saúde e procuradores dos dois municípios também estiveram na reunião.

Planejado para Balneário

Fabrício disse na reunião que o Ruth Cardoso foi planejado para atender a população de Balneário Camboriú, mas isso nunca aconteceu, porque desde que entrou em funcionamento, atende toda a região, sem ajuda do Estado, nem dos outros municípios.

“Hoje o Ruth Cardoso atende em média 60% de pacientes de outros municípios e 40% de Balneário Camboriú, e todo o custeio é pago pelo município. Então a tendência é de colapsar o atendimento se esta situação não for equacionada”, completou o prefeito.

Caminhos a seguir

Dado Cherem que já foi secretário municipal da Saúde de Balneário Camboriú e secretário de Estado de Saúde, conhece bem a situação. Está de posse dos dados hospitalares dos dois municípios e agora quer buscar uma saída.

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“São dois hospitais municipais com características de atendimento regional e a conta sobrando para o município sede. Está bem complicado. Ouvimos os prefeitos, secretários de saúde, procuradores jurídicos destes municípios e com tudo que eles falaram, uma equipe dentro do Tribunal vai fazer um relatório sobre tudo isso e feito isso, vamos chamar o Estado para conversar a respeito”, disse Dado Cherem.

Ele acredita em duas opções que poderão surgir: ou um Termo de Ajustamento de Gestão com o Estado para proporcionar ajuda a estes municípios ou fazer o encaminhamento ao Ministério Público sobre toda situação.

“Se nada disso surtir efeito, lá na frente talvez abrir uma auditoria dentro do próprio Tribunal para fazer com que essa situação seja resolvida, de forma colegiada, no nosso Pleno”, disse o conselheiro Cherem.

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“É preciso ouvir o Ministério Público ou o Tribunal de Contas, o que não dá mais é essa conta ficar só na responsabilidade dos municípios sede”, finalizou o conselheiro do TCE/SC.

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