Após furto que comprometeu mais de 16 mil vacinas, vereadores pedem mais segurança nas unidades de saúde

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Após o furto de fiação elétrica que comprometeu mais de 16 mil doses de vacinas e causou prejuízo superior a R$ 200 mil em Balneário Camboriú, os vereadores Guilherme Cardoso e Alessandro Teco, protocolaram indicações na Câmara pedindo reforço na segurança das unidades de saúde do município.

O caso aconteceu no Departamento de Vigilância Epidemiológica, na Rua 916, no Centro da cidade, onde um homem cortou a cerca de proteção e furtou fios responsáveis pela alimentação da energia da unidade. A ação interrompeu o sistema de refrigeração das câmaras de armazenamento de imunobiológicos, comprometendo vacinas e outros insumos.

Diante da repercussão do caso, o vereador Alessandro Teco (DC) protocolou uma indicação solicitando a instalação de câmeras de vigilância integradas a sistemas de alarme com acionamento imediato dos órgãos de segurança e fiscalização em locais públicos que armazenam materiais perecíveis e insumos sensíveis.

Na justificativa, o parlamentar destaca que a medida busca reforçar a segurança patrimonial e sanitária das estruturas públicas, evitando novos prejuízos financeiros e riscos à saúde pública.

“A instalação de câmeras integradas a sistemas de alarme poderá permitir resposta mais rápida diante de invasões, furtos, vandalismo ou qualquer tentativa de dano ao patrimônio público”, aponta o documento.

O vereador Guilherme Cardoso (Republicanos) apresentou uma indicação pedindo estudo e implantação de medidas de reforço da segurança em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e demais unidades da rede municipal.

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Entre as sugestões apresentadas estão ampliação do monitoramento por câmeras, melhoria da iluminação interna e externa, instalação de totens integrados à Guarda Municipal, botão de pânico, reforço da proteção da fiação externa, aumento das rondas preventivas e melhorias no controle de acesso.

Segundo o vereador, a proposta tem como objetivo ampliar a proteção de pacientes, servidores e usuários da rede pública de saúde, além de preservar o patrimônio público diante do aumento de ocorrências envolvendo furtos, vandalismo e invasões em equipamentos municipais.

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