Professora acusada de agressão volta a trabalhar em creche de Balneário Camboriú

Após 120 dias, comissão não concluiu investigações dos fatos

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Uma professora, acusada de agredir crianças sob seus cuidados, voltou a trabalhar em uma creche da prefeitura de Balneário Camboriú porque, passado o prazo legal de quatro meses, a comissão encarregada ainda não concluiu as investigações.

Uma mãe, inconformada, procurou o Jornal Página 3 por entender que a segurança das crianças deveria ser prioritária e que colocar em sala de aula, antes de concluídas as investigações, uma pessoa que oferece risco potencial não é correto.

A secretária da Educação, Marilene Rosana Severino Cardoso, disse ao Página 3 que uma comissão, na área de Secretaria de Administração, está investigando,  mas levará mais 30 dias para esclarecer o assunto, portanto a professora retornou à sala de aulas por força da lei que prevê prazo máximo de afastamento.

Ela destacou que colocou outra profissional na mesma sala em que a professora acusada está trabalhando.

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